Câmara debate benfeitorias para o Vale do Aracatu

A Comissão de Saúde, Educação, Cultura, Lazer, Turismo, Meio Ambiente e Assistência Social da Câmara Municipal de Botucatu se reuniu para discutir a viabilidade de um oficio encaminhado ao Legislativo pela Associação Amigos do Vale do Aracatu – AAVA, que propõe uma discussão sobre o Córrego do Aracatu e sua classificação no mapa do Plano Diretor do Município.

A Comissão de Meio Ambiente da Casa é formada por três vereadores, sendo um deles o presidente, Izaias Colino (PSDB), um relator, papel da vereadora Rose Ielo (PT) e um membro, que hoje é o vereador Valmir Reis (PPS). Na pauta da conversa estava a solicitação da AAVA para que a “Micro Bacia Hidrográfica do córrego Aracatu – Zona de Amortecimento da Unidade de Conservação Parque Natural da Cachoeira da Marta” seja incluída em sua totalidade nos novos desenhos e estudos da regulamentação do Plano Diretor do município.  

O objetivo da Associação em encaminhar o citado ofício para a Câmara Municipal, é garantir tal inclusão e consequentemente assegurar a preservação da Micro Bacia do Hidrográfica do Aracatu, que é recarga do Aquífero Guarani, está em uma área de cerrado com transição para Mata Atlântica protegida por Lei, além de necessitar de uma recuperação de suas nascentes nas áreas de preservação permanente, remoção de riscos ambientais e a implantação de uma reserva legal nas propriedades.

A documentação foi analisada pela Comissão, que decidiu pelo encaminhamento da mesma para o Executivo. “Analisamos com muito cuidado todo o pedido, mas na nossa avaliação, a Câmara ainda não tem participação decisiva no caso. Encaminhamos o ofício para o prefeito João Cury para que o Executivo realize os estudos necessários e comprove a viabilidade ou não da mudança. Caso seja viável, lutaremos para que o pedido seja executado”, explicou Izaias Colino.