Defesa Civil autua depósito de ferro velho ilegal

Polícia
Defesa Civil autua depósito de ferro velho ilegal 28 dezembro 2011

Uma grande movimentação aconteceu na Avenida Milton Aparecido de Oliveira, nº 289, no Jardim Santa Elisa, na tarde desta quarta-feira (28), onde está instalado um depósito de recolhimento de ferro velho e produtos recicláveis, como papel, lata, alumínio, plástico, entre outros. A vizinhança formulou denúncia alegando que o local se transformou em um lixão e estaria atraindo insetos peçonhentos como aranhas e escorpiões e animais como ratos.

Estiveram ao local, que pertence a Osvaldo de Araújo, o coordenador de Defesa Civil do Município, Domingos Chavari Neto, o comandante da Guarda Civil, Sérgio Bavia com vários agentes, o engenheiro da Prefeitura Caio Tavares e os fiscais Luciano Giandoni e Valdir Suman.

Segundo Chavari o problema já vem desde o início do ano, quando o depósito foi notificado sobre a irregularidade, mas nenhuma providência foi tomada pelo proprietário. Depois houve outras três denúncias e mais notificações protocoladas, sem que o problema fosse sanado.

“A primeira providência foi o embargo da obra de uma construção feita pelo engenheiro Caio (Tavares) e a suspensão do funcionamento do depósito até o dia 15 de janeiro do ano que vem, para que a regulamentação para o funcionamento seja feita junto a Prefeitura Municipal”, destacou Chavari, que irá acompanhará o processo.

Segundo o coordenador de Defesa Civil, já foram dadas todas as oportunidades possíveis para que a regulamentação seja feita e este será o último aviso. “Não queremos impedir ninguém de trabalhar, mas o depósito de ferro velho não pode funcionar sem ter a aprovação do Poder Público. O proprietário tem que se adequar e respeitar as normas para não ter problemas com a vizinhança ou com a fiscalização”, orientou Chavari.

Outra medida tomada no local foi fazer o recolhimento de um veículo VW, placas CFQ-1318, que segundo os moradores está estacionado há vários meses na calçada atrapalhando o passeio público suspenso por madeira, sem o motor, rodas traseiras e vidro dianteiro, servindo de criadouro para insetos como o mosquito da dengue e pequenos animais. O proprietário não quis se manifestar sobre a denúncia.

Fotos: Valéria Cuter

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