Usuários da Arte e Convívio visitam exposição de origami

 

Entre os dias 30 de outubro e 8 de novembro, a Biblioteca do Câmpus de Rubião Jr recebeu uma exposição sobre a oficina de origami (técnica de dobradura de papel, que atribui formas de animais ou diversos outros objetos, de origem japonesa), da Associação Arte e Convívio (AAC) de Botucatu.

Trata-se de um projeto de extensão coordenado pela vice-diretora da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB), professora Maria Cristina Pereira Lima (Kika), que recebe apoio da Pró-Reitoria de Extensão Universitária (PROEX) da Unesp. A mostra foi visitada pela comunidade e, no dia 7 de novembro, recebeu os próprios participantes da Arte e Convívio.

O que dizem os participantes da oficina de origami ???

Edson, 42 anos, participou das atividades de produção e disse que o importante para desenvolver a arte é ter foco e atenção durante as aulas. “O que mais desenvolvi foi o passarinho”, afirmou. Para Toni, 44 anos, o processo foi mais difícil, porém foi possível elaborar com êxito alguns pássaros para a exposição.

Lígia, 39 anos, participa há quase um ano das atividades da AAC. Ela diz que não teve dificuldades em aprender a técnica e exibiu com orgulho os objetos e animais que desenvolveu. Dentre os benefícios que obteve com a oficina de origami, Lígia destaca um em particular: “exerce a paciência”, frisou, com bom humor.

Solange, 46 anos, salientou um aspecto da oficina de origami que lhe chamou a atenção. “Quanto mais se faz, mais se quer fazer”. Durante a exposição na biblioteca do câmpus, ela exibiu as estrelas e outros objetos de sua autoria.

Sobre a Associação Arte e Convívio (AAC)

A AAC, ONG que recebe apoio da Famesp, tem a finalidade de incentivar a inclusão de seus participantes no mercado de trabalho formal ou informal, melhorar a assistência e adequar os recursos humanos, oferecer a oportunidade de criar espaços de convivência, reflexão e discussões políticas.

A Associação foi fundada em 1995 e, desde então, busca o reposicionamento de seus associados em relação ao trabalho e, acima de tudo, maior convivência, respeito e consciência política por intermédio da participação em conselhos municipais (saúde, assistência social e do deficiente).