… SE NÃO FOSSE A MULHER, “MIMOSA FLOR”, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA…

Eta nóis! Pelo décimo segundo ano consecutivo, neste dia 8 de março, utilizo este precioso espaço para, de maneira muitíssimo carinhosa, homenagear todas as mulheres do mundo, aliás, uma homenagem que além de merecida, trás uma satisfação incontida a nós, homens de bem, que a temos como deusas em nossas vidas. Pena que neste mesmo mundo “habitado” por essas maravilhas, existam canalhas, intitulados de homem (pra mim, vagabundos de péssima índole) que as agridem e, em algumas oportunidades, assassinam. Veja o caso mais recente de Feminicídio, ocorrido no Espirito Santo, no início da semana. Coisa de cafajeste!

Esta comemoração me faz recordar, com muita alegria, de um tempo que, infelizmente, ficou para trás, mas que serviu de mola propulsora na sustentação de tudo o que hoje proponho fazer; uma época em que não se festejava o Dia Internacional da Mulher como nos dias atuais, no entanto, “nóis”, mesmo garoto, já sentíamos na mulher, uma razão forte de ser, uma fonte de alento bastante rica e o mais importante ainda, tínhamos a certeza de que os nossos sonhos de uma vida completa seriam concretizados.

Naqueles tempos em tudo continha pureza, vivíamos um mundo encantador e cheio de esperanças. Evidentemente que o charme e o encanto feminino já faziam a diferença e as nossas musas já eram valorizadas. O que se ouvia, principalmente, de músicas bonitas em todas as emissoras de rádio do país endeusando as mulheres era algo inacreditável e gostoso de sentir. De cada três, duas, com certeza, enfocava a importância da mulher na vida de um homem. A maior prova disso é o título que utilizei nessa mensagem, por sinal, trecho de uma linda música: … SE NÃO FOSSE A MULHER “MIMOSA FLOR”, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA….

Essa pintura de canção (MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA FAZ O HOMEM GEMER SEM SENTIR DOR), obra dos compositores Otacílio Batista e Zé Ramalho foi uma das músicas mais tocadas nos anos 70 e 80; muitíssimo bem interpretada pela cantora Amelinha, ela retratava a história de vida de um homem violento (Virgulino Ferreira, o Lampião), “dono” absoluto do sertão nordestino e possuidor de um coração carregado de maldade, mas, que acabou se rendendo aos encantos e aos caprichos de uma linda e sedutora mulher (Maria Bonita). Lamentavelmente, de uns anos para cá, os compositores reservam os maiores espaços para coisas banais. Lembram-se do estúpido Deputado Tiririca com a sua Florentina de Jesus? Agora tem a tal de JENIFER! Daí….

“Bão”  quis Deus que eu ganhasse o dom de admirar as mulheres desde menino. Foi assim com a Senhora Tereza de Almeida, minha saudosa “mãezona”, (infelizmente não tenho lembranças das minhas avós), Mais adiante, com  a minha alma gêmea Rose de Almeida, minhas três lindas “pimpolhas” (Flávia, Fernanda e Franceli), as princesinhas Ana Clara e Luna Carolina e um “montão” de amigas; por isso tudo, que tenho a mulher no mais alto conceito, como a coisa mais linda do mundo.

Através das “mimosinhas” mais belas da minha vida, Ana Clara de Almeida Projante e Luna Carolina de Almeida Pires (foto), minhas queridas netinhas, que hoje  “chacoalham”, por completo, o meu coração, cumprimento todas as mulheres do mundo, muito especialmente, essas novas “guerreiras” brasileiras, eleitas no último pleito eleitoral para nos representar, nas várias instâncias políticas  deste país cheio de preconceitos e injusto socialmente. Nesse “time” incluo, com muita satisfação, a minha amiga Claudia Suzana Thomazini Camargo, a mais nova Presidente da ASU.

Parabéns, pelo seu dia, Mulher “MIMOSA FLOR”. Que Ele, o Todo Poderoso esteja ao teu lado, em todos os momentos deste dia festivo e de suma importância para a elevação do nível de consciência de toda a humanidade.

 

 

Rubens de Almeida – Alemão

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