É CHEGADA A HORA DE SERVIREM O PRATO DA SOLIDARIEDADE?

E aí, prezado leitor, o que você acha deste título: É CHEGADA A HORA DE SERVIREM O PRATO DA SOLIDARIEDADE?
Claro que para formar opinião deve-se, no mínimo, inteirar-se acerca do assunto de que se quer tratar ou questionar – como é o presente caso, para com propriedade levar ao convencimento, no entanto, como mero articulista proponho apenas um exercício de consciência e peço sua licença para me deixar fazê-lo refletir através do meu jeito espirituoso de “chegar” até você.
Se esse questionamento fosse a mim dirigido confesso que, de “cara”, a questão seria interpretada como uma “provocação” bastante engraçada, nada mais do que isto, porém, por conhecer de forma muito íntima o problema da fome, que envolve muitos dos nossos irmãos (principalmente aqueles que são massacrados impiedosamente pela estúpida injustiça social que assola o país inteirinho) me atrevi através desta pergunta, indagá-lo sobre uma iniciativa que visa, urgentemente, implantar em nossa cidade, mais propriamente nas imediações do nosso Hospital das Clínicas, um programa social de suma importância, aliás, já existente na capital paulista e algumas cidades do interior: o programa “BOM PRATO”.
Evidentemente que, com as graças DELE e também porque, ao longo da minha vida, encontrei no meu insistente “caminhar” por esta vidinha passageira, alguns padrinhos que conseguiram evidenciar a importância da solidariedade, não houve nunca um tempo desde então que eu tenha deixado de me importar com as questões sociais, daí, o meu interesse em contribuir para que esta ação governamental seja implantada num “cantinho” especial onde, apesar do bom atendimento de saúde oferecido, não existe outra coisa senão uma miséria inenarrável: nas proximidades dos ambulatórios do nosso HC.
Prezado leitor, costumo “levantar lebres”, especialmente as que judiam da população, entretanto, também tenho o feliz hábito de oferecer ? s pessoas oportunidades para que tenham a lucidez de emitirem a sua opinião sobre as tais injustiças por mim denunciadas.
Neste caso, terei imenso prazer em recepcionar qualquer cidadão que queira guardar em seu coração a triste realidade de presenciar inúmeros velhinhos e velhinhas; um “punhado” de crianças; homens e mulheres, enfim, irmãos que residem, nos diversos municípios da região, que diariamente se deslocam ao HC, “trazidos” “de favor” por seus representantes políticos com o objetivo de buscarem a recuperação da saúde, no hospital do campus de Rubião Júnior.
Acredite se quiser, a desumanidade que se vê, dia após dia é algo estarrecedor. Tem gente que passa o dia inteiro com um pãozinho amanhecido e alguns “goles” de água, tomado nas muitas torneiras que rodeiam os quatro blocos de atendimento ambulatorial. Volto a afirmar: sentirei uma satisfação enorme em acompanhar para uma “visita”, quem, por ventura, queira conhecer essa triste realidade.
Topo até acompanhar determinados políticos da terrinha que, volta e meia repudiam (através dos jornais e das emissoras de rádio), “isto” ou “aquilo” que pessoas de bem tentam implantar na cidade.
Aliás, dias atrás, deparei-me com um político “botucudo”, por sinal, muito boa gente – mas que, insiste em seguir as “orientações” do seu partido, esquecendo-se até do bem estar do povo que o escolheu representante – usufruindo de um atendimento de excelência em todo o país: o POUPATEMPO. Lá atrás, esse amigo “peitou” Deus e o mundo porque a sua corriola era contra a vinda desta “baita” prestação de serviços ao público. Coisas dessa malfadada política brasileira!
“Bão”, agora vamos ao que interessa. O nosso jovem Prefeito João Cury Neto, que em algumas oportunidades, também é vítima de massacres políticos inadmissíveis (não entro nesse mérito, até porque essa “água” chamada política partidária me proporciona muita azia), mas que tem feito a sua parte com vistas a um crescimento (em todos os sentidos) da nossa hospitaleira Botucatu, teve a grandeza de “correr atrás” dessa benfeitoria criada pelo Governo Estadual ? s pessoas de baixa renda.
Tão logo encontrou aval do Governo do Estado – que, de imediato, soou com a possibilidade deste projeto ser colocado em prática no nosso município – ele reuniu em seu gabinete algumas pessoas da terrinha, entre elas, duas figuras expressivas na arte de gerenciamentos de projetos: os amigos Doutores Pasqual Barretti e Antonio Rúgulo Junior, Presidente e Vice, respectivamente da FAMESP.
Depois de alguns minutos de uma boa “prosa”, o tiro de largada para a conquista deste grande benefício para a nossa gente, bem como para muitos munícipes da região foi dado.
Quis Deus que eu também fosse convidado para participar desta importante reunião. Confesso que fiquei imensamente feliz em poder dar minha contribuição para esta reunião bastante produtiva que, certamente, beneficiará um “montão” de pessoas carentes. Obviamente que as colocações que fiz em cima da realidade que conheço dos pacientes que “frequentam”, cotidianamente, os ambulatórios médicos, teve um peso considerável, contudo não tenho dúvida alguma, de que a gana do jovem prefeito em cuidar do seu povo, somada aos interesses pelo bem geral, demonstradas pelos dirigentes da Fundação, serão de suma importância para o desfecho deste grande anseio.
Pelo que conheço do comprometimento social destas três figuras, com certeza, teremos num curtíssimo espaço de tempo, o desencadeamento desse grande programa, lá nas imediações do Campus Universitário de Rubião Junior.
Agora sim volto ao início do meu texto, perguntando ao leitor que já leu este “causo”: afinal, este prato será ou não saboreado através de muita solidariedade?
Que o Todo Poderoso coloque suas mãos em tudo o que for necessário para o desenrolar deste projeto para que se torne, bem rapidamente, uma edificante realidade.
Meu afetuoso abraço desta semana (com um pouquinho de atraso) é destinado a todos os colegas da Assessoria de Imprensa da CONCESSIONÁRIA RODOVIAS DO TIETÊ. Esses colegas tomaram conhecimento do exercício de cidadania que pratiquei, algumas semanas atrás, quando fiz colocações na minha coluna semanal em relação ao trabalho realizado pela concessionária na Rodovia Domingos Sartori. Evidentemente que não entendi nada sobre as manifestações contrárias da empresa sobre o meu desabafo em forma de narrativa, porém, dedico-lhes o meu respeito e um caloroso abraço.

{n}Rubens de Almeida – Alemão
alemao.famesp@gmail.com