Matando no Peito, com Zé Airton – 11/03/2017

 

=RECORDANDO – ESCOLA SENAC -1955=

Na década dos anos 50/60 do século passado era de praxe os estabelecimentos de ensino de nossa cidade manterem entre seus alunos uma equipe de futebol para os representar nos jogos estudantis e competições até de nível nacional…

Assim não foi diferente com a nossa tradicional ESCOLA SENAC que no ano de 1955 montou esse esquadrão que posa na foto anexa com seus componentes assim alinhados:

DE PÉ: COORDENADOR PROF. ALCINO PELEGRINI – DIRETOR DA ESCOLA PROF. MARIO GUIMARÃES – ATLETAS EDINOR FREDERICO – DURVALINO ESTEVES ( O PACOTE) – DIRCEU GALVANI – AYRTON ROSSETO – VIADANNA e o TREINADOR LUIZ ROMÃO…

ABAIXADOS: EDSON MAZZA – ? – ? – CLOVIS – ZÉ GASPARINI – JAYME CONTI….

Alguns desses amigos já nos deixaram e hoje moram no Céu…

 

=RELEMBRANDO – E.C. SÃO LUCIO=

Antigamente, nossa cidade possuía uma atuante Liga de Futebol de Salão que organizava e realizava torneios reunindo seus diversos Bairros e Vilas, objetivando com isso, a revelação de valores para formação das equipes oficiais de competição representativas do Município e respectivos distritos.

Dentre elas, uma das mais famosas foi a “Copa Bamba dos Bairros”, bastante prestigiada pelo nosso público e da qual trazemos hoje, com muita satisfação, a equipe campeã invicta de sua 1ª edição.

Trata-se do esquadrão formado pelo E.C. SÃO LÚCIO que posa na foto acima, assim alinhado:

Em pé: STEIN (árbitro oficial) – ADEMIR SANTILONI – DERMINHO (técnico) – ZÉ VAROLI – JONAS CUBA – GERALDO SCARPELINI – ZÉ CARLOS MORESI e o PEDRO GUERRA (saudoso e extraordinário Presidente da L.B.F.S.).

Abaixados: LUIZINHO – BRÁULIO – MÁRCIO DE FREITAS – ADEMAR TAVARES e o ZEZO.

Muitas saudades de tudo isso, sentem nossos verdadeiros esportistas.

 

= SE É FOTO É FATO – BOI=

Dando continuidade a apresentação neste espaço dos verdadeiros esportistas de antigamente aqui de nossa terra, trazemos hoje a figura simpática do saudoso e inesquecível Sr. HENRIQUE FRANCESCHINI.

“Seu HENRIQUE ou o BOI”, carinhoso apelido de infância, como era sobejamente conhecido de todos, foi um craque de bola quando jovem e tornou-se depois um dos torcedores símbolos do clube da Estrela Solitária, pois torcia até nos treinamentos das equipes infantis.

Na foto acima focaliza o exato momento em que esse legendário esportista botucudo dava, sob o apito do Japa, o pontapé inicial de mais uma partida da veterana,

 

=EPÍLOGO=

“É COVARDIA CALAR, QUANDO SE SENTE NECESSÁRIO FALAR”