Coluna ‘Matando no Peito’ com Zé Airton – 23/09/2017

Zé Airton
Coluna ‘Matando no Peito’ com Zé Airton – 23/09/2017 23 setembro 2017

 

=RELEMBRANDO – A.A.FERROVIÁRIA PROFISSIONAL=

Estamos nesta oportunidade relembrando um dos maiores esquadrões de futebol profissional montado para a disputa do Campeonato de Acesso da Federação Paulista de Futebol, na qual fez bela figura.

Posando em Acrisio Paes Cruz, o Gigante da Baixada, “O ESQUADRÃO DE AÇO” está assim alinhado:

DE PÉ: ADESIO – WILSON BOTÃO – LOURENÇO – JOÃO – NEURI CORDEIRO e PANDO.

ABAIXADOS: PULGA – PASSARINHO – WILSON BAURU – CELSINHO e EVANIR.

Tempos que nos traz muita saudade…

=RECORDANDO – SELEÇÃO BANCÁRIA BOTUCATU – ANOS 60=

Na foto anexa nos recordamos da SELEÇÃO DOS BANCÁRIOS DE BOTUCATU que nos anos 60 representava essa laboriosa classe nos gramados de nossa terra e região, posando assim alinhada:

DE PÉ: DIRETOR FERRINI – NILSEU GIACÓIA – EDY JAQUETA – GOIANO – PAGANINI – JOÃO DAMASCENO – RENATO SARTORI – TECNICO GUERRA…

ABAIXADOS: VERNIANO – DUDA SPERA – EDON CARDOSO – NILSON GUERREIRO – WALDOMIRO CURY – MASCOTE FERRINI FILHO…

Alguns desses amigos já nos deixaram e descansam em PAZ.

=SE É FOTO É FATO – PACHÁ=

Certa ocasião com o futebol profissional em plena atividade chega para um período de testes na A.A.B. o jovem Marcelo. Moço simples, educado, alegre e brincalhão, logo caiu no gosto da galera e dos demais colegas de profissão com os quais passou a conviver ali no antigo Hotel Glória, local onde residiam os atletas que vinham de fora.

Entretanto apesar de todos esses atributos positivos faltava-lhe aquele principal, pois seu futebol era bem fraquinho motivo pelo que foi dispensado pelo técnico e dirigentes.

Não se abalou e como gostou muito da cidade, onde já havia arrumado até um “galhinho”, e dos amigos que encontrou, pediu para ali continuar morando às suas expensas, pois descendia de família abastada que lhe garantia mensalmente a hospedagem, bóia e uma mesadinha por fora.

Solicitou então para ser inscrito na equipe amadora, pois não ganhava nada, vivia o dia todo como profissional: treinava em dois períodos e nas horas de folga passava o tempo todo de chinelos de dedo, shorts, camiseta, jogando seu snoorkerzinho ou baralhinho pelo bares da vida, o que lhe valeu o sugestivo apelido de PACHÁ.

Na equipe amadora, que era muito boa por sinal, também não teve vez, nunca tendo jogado, conseguindo no máximo uma terceira reserva, que lhe garantia ficar no banco todos os domingos, onde ao sentar-se tinha por hábito tirar sua famosa camisa 15 para “pegar um bronze”, como dizia.

Foram tantos esses domingos que o sol em contato com os arames do alambrado que ficava atrás do banco, reproduziram em suas costas o desenho perfeito do alambrado (conforme foto acima) o que lhe propiciou o novo apelido de HOMEM ARANHA.

Essa simpática figura só deixou Botucatu quando a Associação desativou seus departamentos futebolísticos, levando consigo sua esposa “Madame Aracnídea, aquele primeiro amor na cidade, e o Aranhinha, apelido pelo qual seu filho Marcelinho era conhecido entre a molecada.

Coisas do futebol…

=EPÍLOGO=

“DIZEM QUE TEMPO É DINHEIRO, COMO SOU APOSENTADO TENHO TEMPO DE SOBRA, MAS DINHEIRO QUE É BOM…”

 

 

 

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