“SE NÃO FOSSE A MULHER MIMOSA FLOR, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA”!

Muito verdadeiros os dizeres que venho utilizando, há mais de uma década, para homenagear todas as mulheres do mundo, no Dia Internacional da Mulher: “SE NÃO FOSSE A MULHER MIMOSA FLOR, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA”; por sinal, esta bela “reflexão” faz parte da letra de uma música (MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA, FAZ O HOMEM GEMER SEM SENTIR DOR), interpretada pela maravilhosa cantora AMELINHA e que chacoalhou, por vários anos, o mundo musical brasileiro.

Esta “pintura” de canção esboçada por dois compositores – que também marcaram época nos tempos da JOVEM GUARDA, Otavio Batista e o incomparável Zé Ramalho – conta, de maneira muito misteriosa, os caminhos que levaram uma encantadora e sedutora mulher (MARIA BONITA) a “arrebentar” o coração de um dos homens mais violentos do sertão nordestino, o cangaceiro VIRGULINO FERREIRA, o Lampião.

Conta a música que o “home” deixou toda a sua violência de lado, jogou toda a sua maldade de alma “pra escanteio”, trocando todo o seu ódio de carrasco e matador, para curtir os encantos e o amor de uma mulher todinha especial, ou melhor, “MIMOSA FLOR”! É isso mesmo! Deus quando fez a mulher, a fez para ser “dona de tudo”. Tanto é verdade que até o Lampião, o temível Rei do Cangaço nordestino se rendeu aos caprichos e ajoelhou-se aos pés de uma dessas maravilhas.

Aqui “mais em baixo”, longe do sertão nordestino, coisas fantásticas acontecidas na vida de muitos “rapagões”, também são bons parâmetros para se falar da MULHER “Mimosa Flor”. Com certeza todo homem de bem tem uma linda história pra contar sobre este “fenômeno” que Deus nos deu. Eu, por exemplo, nesta minha vidinha passageira, logo após o nascimento já havia sido presenteado por ELE com uma PROTETORA dessas de causar inveja e que, nunca tive dúvidas, todo mundo queria ter (a minha saudosa e eterna Maezona Tereza de Almeida). Ótimo né! Afinal quem não quis ter uma mãe generosa e cuidadora? Então, não parei por ai; vivi o lado contrário desse cangaceiro que, “mordeu a língua” e jamais imaginava um dia, capaz de ser cúmplice dessa pérola que Deus colocou no nosso caminho.

O relógio do tempo foi avançando e outras preciosidades acabaram vindo ao meu encontro. Primeiro foi a brilhante conquista, aquela que todo homem almeja que é descobrir a sua outra “metade”. Felizmente isso aconteceu de modo bastante caloroso, e esse “encontro de corações” já dura 48 anos. Por sinal, a dona Rose de Almeida veio fortalecer, ainda mais, o meu “direito” de viver bem e para o bem. Coisas da MULHER! Mais adiante, e em função desse “cruzar de olhos”, apareceram na minha vida outras três lindas “pimpolhas” (Flávia Cristina, Fernanda Carla e Franceli Carolina), que também explodiram na minha vida trazendo tão somente alegrias e alegrias.

Quando eu pensava que já tinha recebido tudo o que merecia, eis que Deus se atreveu a me presentear novamente. Desta vez duas netinhas (as princesas Ana Clara e Luna Carolina) vieram consolidar o coração deste cidadão que tem um profundo respeito e uma admiração incontida por essa preciosidade divina chamada MULHER.

Querido leitor, o meu viver ao lado de muitas e muitas mulheres (mãe, esposa, filhas e netinhas) ainda me reserva espaço para continuar falando e falando da mulher “MIMOSA FLOR”. Como não se lembrar do “montão” de amigas que conquistei nesses anos todos? Aliás, não tenho dúvidas de que poucos são os “marmanjos” (famosos ou não), que tem uma coleção tão expressiva e requintada de amigas como a que Deus me ofertou nesta minha vidinha incerta e passageira. Certamente todas estarão na minha corrente de oração neste oito de março. Enfim, salve, salve a mulher “MIMOSA FLOR”!

Através desse meu seleto “time” de princesas, que compõe a minha linda família, em especial das minhas netinhas Ana Clara e Luna Carolina (foto) cumprimento todas as mulheres do mundo, muito especialmente a mulher brasileira. Parabéns pelo seu dia, mulher “MIMOSA FLOR”!

Nada como uma homenagem dessas para fazer o meu coração pulsar com muita energia positiva dirigida a todas as mulheres que festejam o seu grande dia e, ao mesmo tempo abraçar, em forma de homenagem póstuma, a mais guerreira de todas as “musas” que conheci ao longo de toda a minha vida: a minha querida mãe Tereza de Almeida que, há muitos anos, mora no céu, ao lado do SENHOR.

Rubens de Almeida – Alemão

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