Museu do Café ainda recebe doações para acervo

O Museu do Café da Fazenda Lageado continua enriquecendo seu acervo com a colaboração de diversas pessoas. Recentemente, dentro do projeto “Da Sua Casa para o Nosso Museu”  o  museu ganhou uma chaleira do botucatuense Marcelo Contes, que já havia doado um lampião a carbureto que era utilizado pelo seu genitor. Essa chaleira foi fabricada na Itália e é destinada a preparar o chamado “Café Expresso”

Outra doação importante trouxe para o museu o resgate de parte da história da Fazenda Lageado, no período da Estação Experimental de Botucatu, ligada ao Governo Federal (1932-1972). O lageadense João Damasceno, nascido na Fazenda Edgardia doou para o Museu uma caixa de madeira, tipo baú, contendo diversas ferramentas e utensílios utilizados para trabalhar com madeira. Essa caixa e os objetos pertenceram a Ricardo Pelícia, marceneiro da Estação Experimental de Botucatu.

A caixa contém serrotes de diversos tamanhos, plainas, formões, brocas para arco de pua, grosas, limas, compassos, entre outros utensílios. O doador foi um marceneiro tendo confeccionado entre outros diversos objetos, dois quadros que estão expostos no Museu. Um é o quadro que apresenta no seu interior o contorno do Mapa do Brasil, todo em madeira, e que era utilizado para comemorar a formatura das turmas do Grupo Escolar Lageado. O outro é o quadro que expõe o mapa das Fazendas Lageado e Edgardia.  Esses quadros apresentam moldura feita com troncos de pé de café, demonstrando toda a criatividade e habilidade do marceneiro.

“É o nosso Museu resgatando a história da Fazenda Lageado e das pessoas que muito contribuíram para sua trajetória de conquistas”, destacou o coordenador do Núcleo, José Eduardo Candeias. “Agradecemos os doadores pelo gesto e pela contribuição com a preservação da história da cultura e o incentivo ao turismo que é representado pelo Museu do Café da Fazenda Lageado”, acrescentou.