Delegado Paulo Buchignani é o novo titular da DISE

Depois de mais de 18 anos trabalhando como adjunto da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), o delegado Paulo Fábio Buchignani assumiu a titularidade da delegacia, no lugar de Carlos Antônio Improta Julião Filho, que foi designado para trabalhar na Delegacia Seccional, como responsável direto pelo Departamento de Cartas Precatórias.

Como titular da delegacia de entorpecentes, Buchignani que é, reconhecidamente, um dos delegados mais competentes e atuantes da Polícia Civil da região, deverá contar com a colaboração do delegado Mauro Sérgio Rodrigues dos Santos, que foi designado a trabalhar como adjunto da DISE.

“Estou agradecido e envaidecido por assumir a titularidade da DISE e enfrentar mais esse desafio em minha vida. Espero corresponder a confiança que em mim está sendo depositada e dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desempenhado pelo Dr. Julião, ao lado dessa equipe abnegada e competente com quem tenho a honra de trabalhar”, colocou Buchignani,

Conhecedor de todos os meandros do tráfico, Buchignani que já esteve à frente de incontáveis operações revela que a despeito das prisões efetuadas não é somente a repressão que pode conter o avanço do tráfico. “As prisões são importantes e feitas com muita regularidade não só pela Polícia Civil, como pela Militar e Guarda Municipal, mas o melhor caminho para combater o tráfico é a prevenção e educação”, prega o delegado.

Ele cita como exemplo o caminhão/escola, também chamado de Museu Itinerante, que já foi usado como projeto para educar o jovem sobre os malefícios das drogas no organismo humano e que hoje está se deteriorando com as intempéries do tempo no pátio da Botucatu Parking à espera de recursos para que possa entrar, novamente, em atividade. Através desse caminhão itinerante, Buchignani realizou muitas visitas a entidades e instituições, proferindo palestras.

“Esse caminhão era um instrumento educacional de prevenção de drogas importante e nosso desejo é voltar a desenvolver esse projeto na Cidade. Mas para isso seria necessário o apoio financeiro para que a manutenção seja feita com freqüência, além de um local coberto para guardar o veículo”, frisou Buchignani. “Também é necessário fazer uma avaliação técnica no caminhão para ver se é possível uma restauração”, concluiu.