Técnicos de futebol fecham o ano com altos salários

Ser técnico de futebol de uma equipe considerada grande é, definitivamente, uma das profissões mais nem remuneradas do mundo. No Brasil os técnicos que dirigem as grandes equipes, são contratados a peso de ouro, ou de euros.

No topo dessa lista dos brasileiros está o carioca Paulo Autori, que recebe 3.6 milhões de euros para treinar a seleção do Qatar. Depois vem o comandante do Fluminense Abel Braga, o treinador mais caro do país, com um salário de 3.5 milhões de euros por ano. Ele é seguido por Wanderlei Luxemburgo do Grêmio; Muricy Ramalho do Santos; Tite do Corinthians e Luiz Felipe Scolari, da Seleção Brasileira, todos com cerca de 3.2 milhões de euros anuais.

Mais “pobres” em euros anuais estão o técnico do Flamengo Dorival Júnior (2.3 milhões); Oswaldo de Oliveira do Botafogo (1.9 milhões); Cuca do Atlético Mineiro (1.8 milhões); e Celso Roth do Cruzeiro, Gilson Kleina, do Palmeiras e Ney Franco, do São Paulo, todos com “apenas” 1,5 milhões.

A nível mundial a liderança salarial é do técnico do Real Madrid José Mourinho (14,8 milhões de euros), que se consagrou no Porto quando conquistou a UEFA Champions League na temporada 2003/2004. Além disso, o português foi o primeiro treinador a receber um salário acima de 10 milhões de euros anuais, na época em que treinava a Inter de Milão.

O italiano Carlo Ancelotti, atual treinador do Paris Saint Germain ficou na segunda posição, com 13,5 milhões de euros. Vem em seguida o técnico do Arsenal Arsène Wenger (9 milhões); Gus Hiddink do Anzhi da Rússia (8,6 milhões), o ex-técnico da Inglaterra Fabio Capello (8,5 milhões), Alex Ferguson do Manchester United (8 milhões), além do treinador da Rússia Dick Avocaat (7 milhões), José Antonio Camacho (China) com 6,1 milhões de euros e o italiano Roberto Mancini (5,9 milhões).