Obras do prédio que desabou estavam embargadas

Fotos: Luiz Fernando

O coordenador da Defesa Civil do Município, Paulo Renato da Silva, acompanhou passo a passo o desabamento da parte frontal de um prédio comercial localizado na esquina entre as ruas Major Matheus e Cruz Pereira, na Vila dos Lavradores, por volta do meio dia desta terça-feira (24). Embora o desabamento não tenha causado vítimas, o acidente gerou um grande susto.

Máquinas da Secretaria Municipal de Obras e da Sabesp trabalharam por várias horas na retirada dos escombros, sob a coordenação da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e outras ambulâncias da Secretaria Municipal de Saúde, bem como a Guarda Civil Municipal (GCM) e Policia Militar (PM) também ficaram de prontidão no local.

“Desde que tivemos a informação do desabamento nos deslocamos até o local, pois tudo indicava que poderia haver vítimas graves e até fatais. Sabíamos que dentro do prédio não havia operários já que as obras estavam embargadas desde setembro. Entretanto, naquele trecho da Vila dos Lavradores existe um fluxo grande de pessoas e veículos. Felizmente não tivemos vítimas”, disse Paulo Renato.

Ele ressalta que a Defesa Civil em parceria com o Corpo de Bombeiros está fazendo os levantamentos técnicos das condições da obra e detectar o que ocasionou a queda da parte frontal. “Nossa principal preocupação foi com a possibilidade de vítimas e em seguida com a retirada dos escombros e agora vamos ? parte técnica. Acredito que o prédio está condenado e deverá sofrer demolição”, previu o coordenador.

Neste prédio que estava em reforma funcionou por muitos anos um “bingão” e era um dos mais antigos daquela região da Cidade. De acordo com o que foi apurado, na parte superior do prédio iria funcionar uma academia de ginástica e no piso inferior uma farmácia.

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