Mini TLC de Botucatu promove festa junina na Oncologia

Foi realizada nesta quinta-feira (03) a quarta festa junina da oncologia promovida pelos jovens do mini TLC das comunidades de Botucatu. As horas de descontração contaram com pipoca, cachorro-quente, doces típicos, refrigerante, algodão doce e quadrilha, além da doação do Padre Jean Richard Lopes, da paróquia Menino Deus, de cerca de 160 pares de chinelos e meias. “A festa junina nada mais é que um momento de confraternização para os pacientes, que precisam vir até o hospital para serem medicados” esclarece Maria Justina Dalla B. Felippe, diretora do Departamento de Auditoria do HCFMB.

 “Quero agradecer a todos que ajudaram para que a festa saísse, sendo eles, nossos colegas de trabalho, da comunidade do bairro alto e os jovens do TLC e seus pais, que tiraram uma  ´´horinha´´ dessa semana para nos ajudar”, explica Maria Justina Dalla B. Felippe, diretora do Departamento de Auditoria do HCFMB.

Para o Padre Jean Richard Lopes, que soube da necessidade deste tipo de doação através de uma campanha promovida em sua paróquia foi uma surpresa saber que os pacientes precisavam de chinelos e meias. “Soubemos dessa necessidade dos pacientes e tivemos uma aceitação muito boa da nossa comunidade. Essa foi uma ação da nossa paróquia, primeira iniciativa desse tipo, no bairro alto, mas acho que o mais importante é como as pessoas abraçaram essa idéia e colaboraram. É importante para a nossa cidade, promover outras iniciativas como essa, procurando o HCFMB e sabendo quais as necessidades das várias áreas, porque geralmente a gente procura aquelas que estamos mais acostumados, como material de higiene”, conta.

O especialista Júlio Cesar Donatto, médio oncologista salienta a importância do evento. “O maior objetivo deste encontro é agregar os pacientes ao serviço, mostrando que todos nós (médicos, enfermeiros, técnicos, psicólogos e até administrativo do HC) estamos imbuídos no tratamento da melhor forma possível para isso  já que é uma doença tão complicada, um serviço tão difícil, pelo menos eles se sentem acolhidos pelo serviço”.

“É importante que os pacientes, nestes minutos de confraternização, sintam-se mais felizes, ou menos tristes, mas, com a certeza de que todo mundo trabalha para o bem estar deles, e isto não é só o tratamento de quimioterapia, ou psicológico, mas assim o evento das pessoas trabalhando em prol do paciente”, conclui Donatto.