Exposição “Sonho Consciente” foi prorrogada

A exposição “Sonho Consciente” com obras do artista botucatuense Eduardo Aires, foi prorrogada até o próximo dia 30 de setembro. Inicialmente prevista para encerrar dia 15, em função do grande número de visitantes o Coordenador do Núcleo, José Eduardo Candeias consultou o artista Eduardo Aires que concordou com a prorrogação.

Eduardo Aires já expôs sua arte no Museu Itajahy Martins, do Museu Pedagógico de São Manuel e na Biblioteca do Campus, em Rubião Junior, além de diversos salões de arte no interior do estado. Até dia 15 mais de 3.600 pessoas já haviam apreciado a arte de Eduardo, dispostas em 21 telas. As obras podem ser apreciadas de segunda a sexta das 9 às 17 horas e aos sábados, domingos e feriados das 12 às 18 horas. A entrada é franca. 

 

Doação

Vale lembrar que Mario Coelho Aguiar Neto, doou para o Museu do Café uma coletânea de edições do jornal “O Estado de São Paulo” do ano de 1932, encadernada, medindo aproximadamente 65cm x 48cm. Já o Sr. Fausto Mazzoni doou dois exemplares de tijolos de barro, confeccionados no final do século 19 por uma olaria de Campinas, que começou a funcionar em 1867.

O detalhe é que essa olaria foi visitada em 1875 por D. Pedro II, que autorizou a inscrição do Brasão Imperial nos tijolos ali produzidos.  Essas doações acontecem dentro do projeto “Da Sua Casa para o Nosso Museu” que está enriquecendo o acervo, e também oferecendo informação e cultura aos milhares de visitantes do Museu.

Outra notícia é que o Jornal Procurando Turismo trouxe matéria sobre o Museu do Café da Fazenda Lageado. A publicação, que tem distribuição gratuita, apresenta atrativos turísticos localizados na região oeste do Estado. O Museu mereceu citação na capa do Jornal e também em sua página 4.

 

Logomarca

Dando prosseguimento ao trâmite para o registro da logomarca da Fazenda Lageado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, na ultima semana foi providenciado o recolhimento do valor devido aquele instituto. Importante destacar que a logomarca foi criada pelo arquiteto Guilherme Michelim, pelo proprietário da empresa TWA Comunicação Visual, Alessandro Winckler, com a colaboração de toda sua equipe e com a participação também do Coordenador do Núcleo.

A logomarca foi desenvolvida em 2005 e a partir de então vem sendo utilizada para identificar todos os objetos e materiais de divulgação das ações da área histórica e do Museu do Café. Quem está cuidando da tramitação do registro é o escritório de advocacia botucatuense Kaimoti Pinto, Calsolari & Telles. O registro é fundamental para preservar a utilização específica da logomarca para a finalidade para a qual foi criada, qual seja, representar o museu do café e a área histórica da Fazenda Lageado.