O orgulho!

Sabe que sempre que me coloco a escrever coisas da vida para você ler, e eu meditar, e querendo ajudar na caminhada da vida as coisas advém ao meu coração de forma a relatar um pouco daquilo que passo ou que encontro…

Hoje quero pensar no orgulho que nos atrapalha de sermos felizes…

Sabe que muitas vezes este orgulho mafioso vem e destrói tudo aquilo que levamos uma década para construir… Ele vem com tudo e joga ao chão as graças, as amizades e os amores, sejam eles de quais origens forem.

Muitas vezes nosso orgulho infundável vem e destrona as alegrias e as conquistas e, por vezes, por coisas banais, acabamos por “cuspir no prato que comemos” e por perder pessoas que nos amam… Chegamos a receber a desistência de nos amar, pois machucamos demais…

Como diz o dicionário:“orgulho é o elevado conceito que alguém faz de si próprio”… Devo lembrar que devo ser exaltado por aquilo que outros veem em mim e pelo que faço ou falo e não por aquilo que quero que vejam… Meu orgulho demasiado não me pode levar a olhar somente para o meu umbigo e assim me distanciar da realidade da vida e das pessoas que encontro ou desencontro.

Outra definição de orgulho em nosso dicionário é um amor próprio exagerado… Isso é que atravanca nosso progresso em todas as áreas de nossa vida… Tudo que é demais enjoa e cansa… O amor próprio é o pior, pois nos impede de crescer e fazer acontecer o crescimento daqueles que nos envolvem; destruindo assim nossa existência e nos afastando da realidade do verdadeiro amor seja consigo ou com outrem.

Eu posso dizer de cadeira cativa, que o orgulho arranca de nós a benção de Deus e destrói em nós e nas pessoas que nos amam as coisas boas que semeamos… Nossa semeadura pode ser destruída por este defeito e pode acabar com toda nossa paz… Mas, o que é pior, com a paz de quem nos amam.
A pior das consequências de nosso orgulho é nos fazer sozinhos e nos colocar de “escanteio” na vida e na sociedade e, o pior, consigo mesmos…

Nosso orgulho nos joga ao chão e destrói em nós a capacidade de vernos errados e por isso agimos impensadamente. Mas uma coisa me advém ao pensamento: Este sentimento, ou sei lá o que, nos leva a nos tornar uma pessoa sozinha e esquecida.

Abramos o nosso coração e deixemos as graças adentrarem a nós; mas nos abramos ? mudança, pois os problemas e as pessoas que achamos que nos trazem problemas só mudam de endereço e de nomes; pois o orgulho deve ser trabalhado dentro de nós e onde formos estaremos com ele.

Mas, com um beijo de Jesus, pelos lábios de Maria e no abraço de José, conseguiremos vencer.

Pe. Delair Cuerva, fmdp