Live vai tirar dúvidas sobre pré-eclâmpsia nesta sexta-feira, 22

Hoje é Dia Mundial de Combate à Pré-Eclâmpsia

e acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) 16% das mortes maternas, em países de baixa e média renda, resultam de distúrbios hipertensivos na gestação. Em especial da Pré-eclâmpsia, principal causa de mortalidade materna no Brasil.

Para debater esta grave doença, o Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB) promoverá nesta sexta-feira, 22 de maio (Dia Mundial da Pré-eclâmpsia), uma live com especialistas no assunto: o médico obstetra Dr. José Carlos Peraçoli e a nutricionista Dra. Carolina Pimentel.

O encontro virtual acontece às 15 horas no canal do YouTube da Agência de Divulgação Científica e Comunicação (AgDC) e no Facebook do Instituto de Biociências de Botucatu (@IBUnespBotucatu). A atividade é aberta à participação de todos os interessados em tirar dúvidas sobre a doença e o estilo de vida indicado às mulheres que foram diagnosticadas com a doença.

“Dado o entendimento limitado sobre a causa e tratamentos preventivos da pré-eclâmpsia, necessitamos de pesquisas básicas e clínicas para avançar nas práticas de saúde e assim reduzir os riscos para mãe e bebê. Além disso, precisamos no unir e conversarmos sobre o assunto”, diz a Profª Drª Valéria Sandrim, que organizou o encontro e lidera no Instituto de Biociências um grupo de pesquisas sobre pré-eclâmpsia.

Sobre a pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia, em geral, instala-se a partir da 20ª semana, especialmente no 3° trimestre. Pode evoluir para eclâmpsia, uma forma grave da doença, que põe em risco a vida da mãe e do feto.

Os principais sintomas são: hipertensão arterial, inchaço (principalmente nos membros inferiores), aumento exagerado do peso corpóreo e proteinúria (perda de proteína pela urina).

As causas dessas enfermidades ainda não foram bem estabelecidas. O que se sabe é que estão associadas à hipertensão arterial, que pode ser crônica ou específica da gravidez.

Ao longo da vida, mulheres afetadas pela pré-eclâmpsia têm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, cerebrais, infarto, diabetes tipo II e insuficiência renal.