Polícia Rodoviária apreende carro clonado na Castelo Branco, em Itatinga

 

O TOR da Polícia Rodoviária registrou no início da noite de sexta-feira, dia 08, um caso de apreensão de veículo “clonado”. O fato ocorreu na Rodovia Castelo Branco, km 208, sentido Leste, município de Itatinga.

Qualificação do veículo: GM/Agile do município de Cuiabá/MT, queixa de roubo na data de junho de 2017. Durante fiscalização pela praça de pedágio de Itatinga, os policiais militares rodoviários do Tático Ostensivo Rodoviário – TOR abordaram um veículo GM/Agile, que tinha as placas do município de Juína-MT.

O carro era conduzido por um mecânico da região que estava experimentando o automóvel após uma manutenção feita. A pessoa que o contratou estava em viagem, quando o automóvel teve o problema mecânico. O veículo foi deixado para o reparo e a pessoa que se disse prioritária do automóvel informou que viria buscá-lo nos próximos dias, inclusive pagando pelo serviço.

Ocorre que, ao observarem o documento do automóvel apresentado pelo mecânico, os policiais do TOR perceberam alguns detalhes na fonte da letra e na impressão do CRLV, com suspeita de documento falso.

Os policiais vistoriaram minuciosamente o carro e constataram que os números do chassi dos vidros aparentavam terem sido alterados, que as etiquetas autodestrutíveis foram inutilizadas e ao consultarem a numeração do bloco do motor do automóvel, constataram que, na verdade, o veículo ali abordado era um “Dublê”, ou seja, um veículo “Clonado”.

O mesmo veículo estava com queixa de roubo em junho deste ano no município de Cuiabá-MT. Os policiais do TOR, após contato com a Polícia de Cuiabá, foram informados que houve um roubo em uma residência na ocasião, sendo realizado por dois homens armados que renderam uma mulher na garagem e levaram pertences da residência, além do carro.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia de Botucatu, onde o documento (CRLV) e veículo foram apreendidos. Será instaurado um inquérito policial para apurar os responsáveis pelos crimes de falsificação de documento público, adulteração dos sinais identificadores de veículo e da Receptação do veículo roubado. O mecânico, que não tinha ligação com os crimes, foi qualificado testemunha na ocorrência e foi liberado.