28 janeiro 2026
Mulher, de 29 anos, continua tratamento em leito de enfermaria clínica, no Hospital de Base de Bauru. O quadro da paciente é estável.

A mulher atropelada em uma rodovia de Bauru (SP), dada como morta pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e reanimada por um médico da equipe de socorristas da concessionária, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na segunda-feira (26).
O Hospital de Base de Bauru (HBB) informou que Fernanda Policarpo segue em tratamento em leito de enfermaria clínica e o quadro de saúde da paciente é estável. No sábado (24), a vítima já tinha apresentado sinais de recuperação ao responder estímulos pela primeira em vez em uma semana.
Fernanda foi atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros no dia 18 de janeiro e socorrida inicialmente pelo Samu.
Nesse primeiro atendimento a médica da equipe do serviço de emergência declarou a morte da vítima, mas pouco depois, um socorrista da concessionária percebeu que ela ainda respirava e fez a reanimação. Fernanda foi levada para o Pronto-Socorro Central e depois transferida para o Hospital de Base.
Um atropelamento foi registrado na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru, na noite de domingo (18). Uma mulher que tentava atravessar a rodovia foi atingida por um carro.
Segundo o boletim de ocorrência, logo após o acidente, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada e constatou o óbito de Fernanda. Com isso, a rodovia foi interditada e o Instituto Médico Legal (IML) chegou a ser acionado para a remoção do corpo.
Sinais vitais
Pouco depois de o Samu deixar o local, um médico da concessionária percebeu movimentos respiratórios de Fernanda, que já estava coberta por uma manta térmica sobre a pista, objeto comumente usado em ocorrências para ocultar corpos em casos de acidentes fatais.
Ao perceber que a mulher ainda respirava, o socorrista iniciou imediatamente as manobras de reanimação. A vítima foi encaminhada ao Pronto-Socorro Central (PSC) de Bauru em estado grave.
Fonte: portal G1
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