Sindicalistas de Botucatu se reúnem e visam greve geral no dia 30

 

Arquivo Acontece Botucatu: Manifestantes na greve geral do dia 28 de abril

Na manhã desta quarta-feira, dia 21, representantes de alguns sindicatos na cidade se reuniram para analisar possibilidades de ações na Greve Geral, marcada em todo o país para o dia 30 de junho. O anúncio foi feito por alguns sindicalistas nas redes sociais ao longo do dia.

A reunião desta quarta ocorreu na Sede do Sindicato da Construção Civil em Botucatu. O encontro contou com as presenças do diretor social do Sindicato da Construção, José Luiz Fernandes; Serafim Arruda, representante dos servidores municipais; representante dos Trabalhadores Rurais, José Ferreira; Daniel de Carvalho, presidente do PSOL, entre outros.

De acordo com José Luiz, a próxima manifestação é um ato contra a Reforma da Previdência Social, da CLT e pelas Diretas Já. O dirigente sindical cita em luta e união para defender o movimento.

“Temos que nos unir e lutar pelos nossos direitos. Nosso objetivo é alertar o trabalhador sobre as mudanças que irão ocorrer e como essa reforma vai prejudicá-lo. Não podemos admitir que mexam em nossos direitos sem saber a opinião dos trabalhadores”, disse José Luiz.

Arquivo Acontece Botucatu: Manifestantes impediram saída de coletivos nas primeiras horas da manhã no dia 28 de abril

Segundo ele, não está definido o que os sindicatos irão fazer no dia 30 em Botucatu. “Ainda não decidimos. Tem outros grupos se reunindo, inclusive nesta noite e pretendemos nos unir no dia 30, mas ainda não tem nada definido”, finaliza José Luiz ao Acontece Botucatu.

Ficou definido também que no próximo domingo, dia 25, em frente ao Supermercado Manzini da Cohab I, haverá um encontro, onde o movimento pretende explicar para a população a importância da greve do dia 30.

No dia 28 de abril, quando o país sofreu paralisação, os sindicatos em Botucatu organizaram passeatas, carreatas e uma manifestação em frente ao paço municipal. Na oportunidade também pararam seus veículos em frente as garagens das empresas de transporte coletivo de Botucatu, impedindo os ônibus de circularem por aproximadamente 3 horas.