Polícia identifica mais 11 suspeitos de participação em ataque a banco em Botucatu

Segundo a polícia, criminosos são da capital e estão foragidos após ataques em Botucatu

Arquivo Acontece Botucatu

A Polícia Civil identificou mais 11 suspeitos de integrarem a quadrilha que atacou a agência do Banco do Brasil em Botucatu (SP), em julho deste ano.

No dia do crime, cerca de 40 criminosos armados invadiram a cidade, explodiram a agência, fizeram moradores reféns e trocaram tiros com a PM. Policiais chegaram a ser atingidos em um dos confrontos e um suspeito morreu baleado.

Segundo a investigação da Polícia civil de Botucatu (SP), com o apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo, essas novas 11 pessoas foram identificadas, mas ainda estão foragidas. Até agora, outras dez foram presas suspeitas de participação no ataque.

O último suspeito preso pela polícia foi identificado como Tiago Tadeu Faria, conhecido como Gianechini. A polícia informou que ele é um dos maiores criminosos de roubo a banco no Brasil e há indícios da participação dele em outros ataques semelhantes na região.

Além do Tiago, outras nove pessoas foram presas suspeitas de participarem do ataque em Botucatu e um suspeito foi morto no dia seguinte ao crime, durante troca de tiros com a polícia. A família do suspeito alega que ele é inocente e não participava da quadrilha.

A polícia também identificou no mês passado dois irmãos que seriam os chefes do bando. Segundo a polícia, Carlos Willian Marques de Jesus e Carlos Wellington Marques de Jesus têm uma extensa ficha criminal e continuam foragidos.

Desde o início das investigações, a polícia apreendeu um fuzil que foi jogado às margens da Rodovia Marechal Rondon e outras armas utilizadas na ação criminosa, carros blindados, munições e mais de R$ 1,6 milhão.

Em relação aos outros roubos ocorridos na região, como Ourinhos, Bauru e Iacanga, a polícia informou que está avançando nas investigações. A ideia é continuar identificando e prendendo os integrantes da quadrilha, além de identificar o patrimônio e investigar lavagem de capital.

Um MC também está sendo investigado pela polícia por apologia ao crime, depois que criou uma música sobre a ação da quadrilha em Botucatu. Ele prestou esclarecimentos na capital e a Justiça determinou que o Youtube apagasse o vídeo.

Fonte: Portal G1