Polícia Civil faz reconstituição do crime contra Adevaldo Colonize

 

Divulgação redes sociais

Nessa sexta-feira, 10, a Polícia Civil começou a reconstituição do latrocínio que vitimou o empresário e professor Adevaldo Colonize. Os trabalhos começaram pela Rua Geraldo Fazzio, próximo ao clube do Pássaro Preto.

Foi possível ver as viaturas e a movimentação da polícia no local. A rua já foi liberada. A reconstituição continuará por todos os locais onde o crime aconteceu. Como mostra a imagem, a Polícia está no local para esclarecer e encerrar o caso.

O crime

De acordo com o titular da DIG, as investigações apontaram que a vítima se reuniu com amigos em um estabelecimento na orla de Barra Bonita, saiu e retornou posteriormente sozinho. Na sequência, já na madrugada de domingo, deixou novamente o local, encontrou-se com dois homens, que seriam Marildo Junior Meza, 21 anos, e Caíque Henrique Salles, 20 anos, e saiu com eles de caminhonete. “Ainda não apuramos se eram conhecidos ou não”, afirma.

O delegado conta, com base na versão de Marildo, que a dupla pediu carona ao empresário com intenção de roubar seu veículo, uma Toyota Hilux branca. No trajeto eles teriam anunciado o roubo e a vítima teria reagido. “Ele tentou escapar, mas foi contido por Marildo e golpeado por Caíque”, declara. As agressões, que incluem estrangulamento, continuaram no canavial até que ele perdesse a consciência.

Acreditando que Colonize estivesse morto, segundo Goes, eles retornaram para buscar o irmão de Marildo, Paulo Roberto Meza, de 28 anos, que teria ajudado a dupla a colocar fogo nele. “Os indivíduos mataram para ficar com a caminhonete, três aparelhos celulares e outros bens da vítima”, diz, ressaltando que Caíque ainda precisa ser encontrado para que possa ser ouvido.

Ainda de madrugada, o trio tentou vender a caminhonete roubada em Bauru, Botucatu e Jaú, sem sucesso. O inquérito já foi instaurado e, de acordo com o delegado, os três responderão por latrocínio, associação criminosa e ocultação de cadáver.

O delegado seccional de Jaú, Ricardo Silva Dias, destacou o empenho e a dedicação da equipe para esclarecer o caso. “Essas providências de Polícia Judiciária são fundamentais para uma investigação isenta, profissional, que produza prova material incontestável”, ressalta.

Fonte: S2 notícias/Barra Bonita