Mulher arrecadava donativos em redes sociais, mas mãe doente a filha não existiam

 

Na noite desta segunda-feira, dia 31, os guardas civis municipais Da Silva e Lima, foram acionados e compareceram no Parque Imperial, onde segundo informações havia uma mulher, de 22 anos, pedia ajuda nas redes sociais, alegando que uma outra mulher estava com leucemia e necessitava de doações, inclusive pedia donativos para a filha da suposta doente. De acordo com relatório divulgado pela Guarda Municipal, a jovem foi identificada como Bárbara Silva. Não houve divulgação da imagem.

Pessoas que já fazem trabalho voluntário, conseguiram arrecadar um berço, um colchão e principalmente roupas. Com o intuito de conhecer a filha da suposta doente, esse grupo de voluntários compareceu na casa da mulher de 22 anos, e descobriram que se tratava de uma farsa.

A doente não existia e a foto utilizada da criança era na verdade da filha da golpista. Outro caso que está sendo investigado, é que a mulher de 22 anos também se fez valer de um caso existente, onde um menino de 8 anos possui patologia denominada Síndrome Do Oeste, que desde o nascimento encontra-se em estado vegetativo.

Nesse caso afirmava que o mesmo necessitava de oxigênio para viver. A golpista usava fotos reais em redes sociais para arrecadar donativos, que ficavam em seu poder. Foi lavrado boletim de ocorrência de natureza estelionato, que configura como autora a mulher de 22 anos e outras 3 pessoas como vítima.

A ocorrência foi apresentada no 1º Distrito de Polícia. O caso será investigado e a Polícia Civil aguarda provas materiais a serem apresentadas para que ela seja responsabilizada criminalmente pelos fatos.