DIG faz apreensão de 83 pedras de crack na Vila Paulista

Polícia
DIG faz apreensão de 83 pedras de crack  na Vila Paulista 22 outubro 2010

Um trabalho desenvolvido pelos policiais Marcos, Caio, Castillo e Afonso, da equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), sob o comando do delegado Sérgio Castanheira, culminou com a apreensão de 83 pedras de crack e a quantia de, aproximadamente, R$ 1.300,00 em dinheiro.

A operação foi desencadeada na Rua Roberto Caricati, região da Vila Paulista, quando a polícia munida de mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça, foi até o local onde havia denúncia de haver armas de origem desconhecida, especificamente, uma pistola semi-automática 9 mm.

Essa arma estaria em poder de um cidadão chamado Wesley Gimenez Braga, de 19 anos de idade, conhecido como “Aranha” que não estava na casa. No local os investigadores, encontraram a namorada do suspeito, uma adolescente de 14 anos de idade com quem tem um filho de três meses de idade.

Questionada sobre arma, a adolescente alegou que sabia que ela existia, mas não onde estava. Os policiais adentraram na residência e, ao invés da arma, localizaram a droga. O agravante é que a droga estava oculta no carrinho do bebê do casal. Além disso, foi apreendido R$ 107,00 em dinheiro, uma cápsula deflagrada de pistola 9 mm e dois cartuchos intactos: um de calibre 38 e outro calibre 20.

As pedras de crack, munições e dinheiro foram encaminhadas ? Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), onde ficaram apreendidos. O morador daquela casa (Wesley), já estava sendo averiguado pela Delegacia de Entorpecentes por prática de tráfico naquela região da cidade. Porém, o suspeito conseguiu fugir e escapar do flagrante.

Entretanto, enquanto o material apreendido era apresentado na DISE, uma equipe da Polícia Militar com o tenente Lanhoso, cabo Silas e soldados Lofiego, Chavari e Esperanza, efetuaram a prisão de Wesley, que havia retornado para sua casa. Inquirido ele acabou, segundo a polícia, confessando que a droga apreendida era sua. Em seu poder havia R$ 1.170,00 em dinheiro.

Acompanhado do seu advogado (Vitor de Leo), Wesley prestou depoimento ao delegado adjunto da DISE, Paulo Fábio Buchignani, que confeccionou o Boletim de Ocorrência (BO), mas não foi decretada sua prisão, por não ter sido caracterizado o estado de flagrante. Porém, a sua prisão temporária poder ser solicitada a qualquer momento.

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