DIG está no encalço dos assaltantes de distribuidora

Polícia
DIG está no encalço dos assaltantes de distribuidora 02 janeiro 2012

A equipe especializada em esclarecimento de roubos e furtos da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Botucatu, está no encalço de uma quadrilha composta de, pelo menos, quatro elementos que cometeram um assalto ? mão armada, seguido de lesão corporal e seqüestro, tendo como vítima o gerente de uma distribuidora revendedora de bebidas s sua mulher, que mora na região do Jardim Flamboyant.

Descreve o Boletim de Ocorrência (BO) confeccionado no Plantão Permanente pelo delegado Antenor de Jesus Zeque, que na noite do último domingo (30 de dezembro), quatro elementos armados, encapuzados e calçando luvas, invadiram a casa e renderam o gerente e sua esposa e anunciaram o assalto. Mantendo o casal sob a mira das armas, os membros da quadrilha obrigaram o gerente a levá-los até a distribuidora, que fica na Vila dos Lavradores e fizeram com que desligasse o alarme.

No escritório da empresa ao ter o cofre aberto, a quadrilha apanhou R$ 40 mil em dinheiro e um computador onde são registradas imagens do sistema de segurança do local. Em seguida o gerente e sua mulher foram obrigados a entrar no carro com os assaltantes e um deles tomou a direção até ganhar o trevo o acesso ? SP-191 Rodovia Geraldo Pereira de Barros, já no Município de São Manuel.

Depois de vários quilômetros pela rodovia o casal, sempre sob a mira de armas, foi deixado no acostamento da rodovia, nas proximidades de Santa Maria do Araquá e de lá o homem conseguiu comunicar-se com a Polícia Militar que esteve no local com uma guarnição supervisionada pelo tenente Bruno. Na delegacia o gerente relatou que havia sido agredido várias vezes pelos marginais na cabeça com coronhadas.

Celso Olindo, delegado titular da DIG (foto), relatou que está seguindo algumas pistas com o intuito de identificar os marginais que cometeram o assalto e não descarta a possibilidade de que eles tinham informações detalhadas daquele estabelecimento comercial e sabiam, inclusive, que havia dinheiro trancado no cofre.

“Costumamos dizer que durante um trabalho investigativo nenhuma hipótese pode ser descartada. Por isso, estamos seguindo algumas pistas e checando informações que possam nos levar até os criminosos. Não vamos dar maiores detalhes para não atrapalhar o trabalho investigativo. O que podemos dizer que os assaltantes tinham informações do cotidiano da empresa. Acredito que nas próximas horas poderemos ter novidades sobre esse caso”, disse Olindo.

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