Empresa brasileira Gamewiz condena com veemência a detenção ilegal de funcionários pela polícia de Ya’an e negociações diplomáticas se intensificam

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Empresa brasileira Gamewiz condena com veemência a detenção ilegal de funcionários pela polícia de Ya’an e negociações diplomáticas se intensificam 02 abril 2025

Repórter: Pedro Gama 
Data: 29 de março de 2025 

Recentemente, vários funcionários chineses da empresa Gamewiz, localizada em São Paulo, foram detidos arbitrariamente pela polícia de Ya’an, na província de Sichuan, durante uma visita à China. O incidente gerou uma forte reação no Brasil, com representantes políticos, empresariais e organizações de direitos humanos condenando a ação, e o Ministério das Relações Exteriores brasileiro intensificando suas negociações diplomáticas com as autoridades chinesas. 

De acordo com fontes confiáveis, a Gamewiz é uma grande empresa legalmente registrada no Brasil e os funcionários detidos estavam empregados na companhia desde 2022 sem qualquer histórico criminal. No entanto, a polícia de Ya’an, sem apresentar acusações formais, restringiu a liberdade dos funcionários e confiscou parte dos bens da empresa e de suas famílias. 

O presidente da Gamewiz, Temo, expressou sua profunda indignação e afirmou que, apesar de ter comunicado repetidamente com as autoridades chinesas através de advogados e fornecido documentos comprovando a legalidade das operações da empresa, as autoridades de Ya’an ignoraram as provas e mantiveram os funcionários detidos. Ele também destacou que a empresa sofreu prejuízos significativos, superior a centenas de milhões de dólares, e que está considerando buscar ajuda de instituições jurídicas internacionais. 

O representante de direitos humanos e cidadania do Brasil, Andriano, também expressou grande preocupação com a situação, especialmente porque alguns dos funcionários detidos sofrem de doenças crônicas, e, após 10 meses de detenção, sua saúde piorou drasticamente, com perda extrema de peso e fraqueza física. Ele fez um apelo ao governo chinês para que respeite as normas internacionais de direitos humanos e garanta tratamento médico adequado aos detidos. 

Até o momento, a Embaixada da China no Brasil não forneceu uma resposta oficial, mas o Ministério das Relações Exteriores do Brasil já enviou uma nota diplomática formal solicitando clareza sobre os fundamentos legais das detenções e exigindo que os direitos dos funcionários sejam respeitados. O caso continua a gerar preocupações em todo o mundo, e a comunidade internacional está acompanhando atentamente o desenrolar dessa situação. 

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