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Dois novos casos foram confirmados na capital paulista; vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra a doença

O Estado de São Paulo chegou a 32 casos confirmados de sarampo em 2026. O novo balanço foi divulgado nesta sexta-feira (11), após a confirmação de mais duas pessoas infectadas na capital paulista.

Os novos registros são de uma menina de seis meses, que estava com o esquema vacinal incompleto, e de um homem de 28 anos que já havia sido vacinado contra a doença. As amostras dos dois pacientes foram analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Dos 32 casos registrados no estado neste ano, 29 ocorreram na cidade de São Paulo, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Os registros mais recentes fazem parte de cadeias de transmissão notificadas em agosto.

Ao longo de 2026, quatro cadeias de transmissão foram identificadas no estado e três permanecem ativas. As equipes de saúde continuam realizando investigação epidemiológica e monitoramento para identificar possíveis novas contaminações.

Vacinação é principal forma de prevenção

Diante do cenário, autoridades de saúde reforçam a importância de manter a vacinação contra o sarampo atualizada. A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria de Estado da Saúde orienta que pessoas que não receberam as doses indicadas para sua faixa etária procurem uma Unidade Básica de Saúde para verificar e, se necessário, atualizar a situação vacinal. Quem não possui o comprovante ou tem dúvidas sobre as doses recebidas também deve buscar orientação em uma UBS.

Atenção aos sintomas

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa. Entre os principais sintomas estão febre, manchas avermelhadas pelo corpo, tosse, coriza e irritação nos olhos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de secreções respiratórias expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar, o que torna fundamental a rápida identificação de casos suspeitos.

O cenário também preocupa autoridades sanitárias por causa do crescimento do número de casos nas Américas. Em alerta divulgado em agosto, o Ministério da Saúde destacou que a região registrava em 2026 o maior número de casos confirmados dos últimos 22 anos.

A orientação é manter a caderneta de vacinação atualizada e procurar atendimento de saúde diante do aparecimento de sintomas compatíveis com a doença.

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