Morador de Botucatu é investigado em operação contra tráfico internacional de drogas

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Morador de Botucatu é investigado em operação contra tráfico internacional de drogas 28 março 2026

Polícia Civil do Mato Grosso do Sul deflagrou na sexta-feira (27) a Operação Inquilinos, que foi coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira – DEFRON. A operação teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão em endereços que estão relacionados ao pagamento de aluguéis de depósitos de droga.

Botucatu aparece em uma investigação de grande alcance da Polícia Civil envolvendo o tráfico interestadual de drogas. A chamada Operação “Inquilinos” tem como alvo uma organização criminosa responsável por alugar imóveis utilizados como depósitos de entorpecentes.

Segundo as investigações, um homem de 32 anos, morador de Botucatu, é apontado como um dos responsáveis pelo pagamento dos aluguéis dos imóveis utilizados pelo grupo criminoso.

A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), no Mato Grosso do Sul, e cumpriu mandados de busca e apreensão tanto em Caarapó (MS) quanto em Botucatu, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do município.

Esquema envolvia toneladas de droga

As apurações começaram após a descoberta de um imóvel utilizado como depósito de drogas em outubro de 2025. No local, foram apreendidas cerca de 4 toneladas de maconha, além de veículos com restrição criminal.

Com o avanço das investigações, a polícia identificou que o imóvel era alugado e que ao menos três pessoas participavam do esquema de pagamento — duas mulheres e o morador de Botucatu.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo atuava de forma estruturada, financiando imóveis que serviam como entrepostos para drogas vindas do Paraguai.

Prisão e continuidade das investigações

Durante a operação, um homem foi preso em flagrante em Caarapó, com uma arma de fogo e munições. Já em Botucatu, apesar do cumprimento de mandados, não houve prisão até o momento.

A Polícia Civil destacou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar o mapeamento da organização criminosa.

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