“… NOSSA SENHORA ME DÊ A MÃO, CUIDA DO MEU CORAÇÃO…”

 

Foto – site mãe que oram pelos filhos

Neste doze de outubro, uma data muitíssimo importante para todos “nóis” brasileiros, comemoramos, em todos os cantos deste país maravilhoso e “cheio de vida”, o Dia da “Padroeira do Brasil”, Nossa Senhora de Aparecida, e também o Dia das nossas crianças. Há muitos anos, nesta data, reservo todas as energias para, em forma de carinho e fé, prestar a minha homenagem a essas preciosidades que nos “chacoalham” cotidianamente, utilizando o trecho de uma das maiores e mais belas músicas do Rei Roberto Carlos e do seu “mano” Erasmo Carlos (NOSSA SENHORA), que diz:” … Nossa Senhora, me dê a mão, cuida do meu coração …”.

Lamentável, muito lamentável, tudo o que a nossa gente tem passado com essa fatídica Pandemia, que diga-se, assolou o país, nos últimos messes, muito especialmente, as nossas crianças que, sequer estão frequentando aulas. Em se tratando daquelas tradicionais “festinhas” que sempre “rolaram solto” pipoca, sorvetes, algodão doce, brinquedos dos mais variados, inclusive, aqueles infláveis (camas elásticas, pula-pula e tantos outros) que fazem toda a diferença em eventos da gurizada, nem pensar!

Aliás, quem diria que um dia iriamos ser proibidos de frequentar uma igreja, por exemplo! Infelizmente tudo isso está acontecendo em todas as cidades brasileiras. Obviamente que estamos (a maioria da nossa gente) seguindo à risca, quase todas as orientações sanitárias que chegam até nós – devo confessar que entendo essas tais orientações, como uma grande trapaça polítiqueira, sem crédito algum – no entanto, sinto que, a cada dia que passa, as dificuldades de sobrevivência da nossa sociedade vão se agravando e nenhum “especialista” em PANDEMIA, nos oferece, ao menos, a esperança dias melhores.

A maior prova disso é ver as nossas crianças “enjauladas” em casa e sem a chance até de comemorar o seu dia; e a nossa amada Padroeira, NOSSA SENHORA DE APARECIDA, que apena foi lembrada apenas, através de orações em lares e não numa das muitas igrejas existentes por esse Brasil afora. Isso tudo é muito triste. Vamos adiante! Vida que segue!

Que ELA, a nossa Toda Poderosa, Nossa Senhora de Aparecida, continue ao nosso lado nos protegendo e fazendo com que vivemos sempre melhor; que ELA também, opte por “expulsar” do nosso convívio, o mais rapidamente possível, esse terrível VÍRUS, e jamais deixe de amparar as nossas crianças.

Por fim, quero aproveitar a relevância deste meu “conto”, para abraçar afetuosamente, em forma de homenagem póstuma, duas das maiores figuras que a nossa hospitaleira Botucatu já teve e que partiram ao encontro do Senhor, nos últimos dias, deixando um rastro enorme de saudades entre nós: meus amigos Professor Osni Bertoti Leme, um dos mais respeitados mestres da “terrinha” e, o “boleiro” dos  bons, Carlos Alberto Roseiro, o querido e já saudoso amigo, Bi Roseiro.

Descansem em paz queridos amigos. Que Ele, o nosso PAI, dê a todos os seus familiares e amigos, força suficiente pra que superem a triste dor das suas partidas. Caros amigos, com certeza, um dia voltaremos a nos encontrar.

Rubens de Almeida – Alemão/[email protected]