JOÃO FRANCISCO CHÁVARI É REELEITO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA FERROVIÁRIA

Prezado leitor, as coisas aqui em nosso país continuam de “mal a pior”! Por aqui, não se discute outra coisa, senão POLITICAGEM BARATA! Nas redes sociais, uma avalanche de ofensas e de desrespeitos uns com os outros; já, na mídia “maior”, o escândalo é de uma dimensão imensurável!

Determinados noticiários parecem fornecer mais uma “prestação de contas” de um obituário, do que notícia de fato, tal a maneira como enfocam as mortes em decorrência da Covid-19, em todo o país. Que vergonha! Quanta hipocrisia é jogada ao vento! Parece até que estamos vivendo num paraíso sem riscos, até porque, só noticiam bobagens! Orientações à nossa gente, nem pensar! É só o “FIQUEM EM CASA” e “USEM MÁSCARAS”! ‘Eta’ Brasil Brasileiro!

Além da Pandemia e com todo desconforto por ela ocasionado, vez ou outra, nos é ofertado, por “alianças de cidadãos” que, se dizem DEMOCRÁTICOS – no entanto, pessoas que só conseguem olhar para o próprio umbigo e não estão nem ‘aí’ com o bem estar da nossa gente – amarguras ainda mais “azedas” que o próprio Corona Vírus. É o fim dos fins!

Pois bem, esse foi o quadro com que a comunidade associativa do “Tricolor da Baixada”, como é carinhosamente chamada a nossa Associação Atlética Ferroviária se deparou, no último pleito eleitoral, realizado no último dia 3 de julho, que serviu para escolher o máximo mandatário do clube para o triênio 2021/23.

Que festival monstruoso de charlatanice apresentado aos associados, por meia dúzia de políticos “meia boca”, desses que não consigo entender como ainda estão vivendo. Quanta baixaria foi ofertada a essa agremiação que tem uma tradição inimaginável e não pertence, apenas, a esse “grupelho” (a sua maioria, inadimplentes e sem direito a voto, segundo o ESTATUTO do clube; e tem mais, esses tais DEMOCRATAS que almejavam administrar o clube, “conseguiram” adicionar na CHAPA (que acabou impugnada), um associado tricolor, que dias atrás, infelizmente, tinha nos deixado para ir ao encontro do SENHOR, numa clara demonstração de desrespeito a um sócio que, inclusive, gozava de muito prestigio entre nós, que estamos à frente do clube, há mais de uma década).

E o pior, naquela fatídica tarde que, por conta da Pandemia e, mais ainda, por tudo o que o clube enfrentou com aquela tempestade que levou embora quase tudo do nosso patrimônio esportivo no mês de fevereiro, deveria ser “paz e amor”, transformou-se numa tarde VERMELHA, não de perigo, pois o clube tomou todas as medidas de seguranças em relação às medidas sanitárias, bem como a de possíveis atos de bandidagem que, graças a Deus, não ocorreram, mas, num verdadeiro encontro de “companheiros” que hasteiam a bandeira dessa cor. O que se viu de camisas VERMELHAS (pagas não sei por quem), “aliciando” associados para votar NULO ou em BRANCO, foi algo assustador. Que pena! Ah, até uma cédula (da eleição), não sei por que razão foi levada embora. Dá pra entender!

Aproveitando a oportunidade, quero deixar aqui registrado o meu repúdio a determinadas figuras da sociedade tricolor que acham que trabalhar para uma instituição, seja ela, social e esportiva ou não, tem que ser “na marra”. Não é assim. Na política desse maldito partido que acabou com o Brasil as coisas se resolviam “no braço”, ou queimando pneus em rodovias e até, invadindo propriedade alheia. Minha gente, isso acabou, o Brasil está de “cara nova”. Por sinal, exercendo a CIDADANIA, vou além: se alguma dessas figuras que proporcionaram esse carnaval, todinho fora de época e, em meio a uma grave Pandemia desejarem TRABALHAR (e não fazer politicagem, até porque, na nossa FERROVIÁRIA não existe espaço para política partidária) por esse clube, que há anos lutamos arduamente para oferecer o que há de melhor à nossa imensa comunidade associativa, que venha falar conosco. Do mesmo jeito que encontraram forças para tumultuar uma tarde inteirinha, que busquem caminhos, através da humildade, para conversar com qualquer um de “nóis” diretores e digam que querem trabalhar pela nossa FERROVIÁRIA. Com certeza, serão bem vindos! Só que neste clube existem leis, tudo por aqui, é realizado com base no ESTATUTO DO CLUBE.

A nossa Ferroviária que, é sempre bom que se diga, vem num crescer admirável, desde o dia em que alguns associados, tendo a frente o saudosíssimo Doutor Plinio Paganini, encontraram caminhos para saldar uma dívida quase impagável que o clube tinha na época e ainda, conseguiram construir quase todo esse patrimônio que hoje temos, faz por merecer um PRESIDENTE do nível do meu amigo João Francisco Chávari. Que Deus, na Sua Infinita Bondade, o acompanhe em tudo, nos próximos três anos. Parabéns, querido irmão, por mais uma vitória!

Por fim, em nome de todos os associados tricolores e como forma de GRATIDÃO, peço licença ao SÓCIO REMIDO, Doutor Newton Colenci, para citá-lo neste meu “conto”. Essa ilustre figura da sociedade botucatuense, juntamente com os saudosos Doutores Eduardo Guedes Casemiro e Plinio Paganini, lá atrás, em meados da década de 70, ousaram a financiar o valor da dívida que o clube tinha no Banco BRADESCO, que na época era gerenciado por outro “botucudo”, o também querido Tulio Werner Soares, hipotecando as suas moradias. Doutor Colenci, receba de todos aqueles que hoje frequentam todas as dependências do clube o mais afetuoso abraço. Pena que os outros não mais estão entre nós, no entanto, não tenho dúvidas de que, onde o Doutor Plinio Paganini, bem como o mestre Eduardo Guedes Casemiro estiverem, eles estarão “batendo palmas” para tudo o que essa diretoria, patenteada de TRANSPARÊNCIA, vem realizando ao longo dos últimos anos. Salve, salve o TRICOLOR BOTUCATUENSE!

Rubens de Almeida – Alemão/[email protected]

 

 

*Este texto é de inteira responsabilidade de seu autor