11 DE SETEMBRO – O DIA EM QUE A TERRA PAROU

Coluna do Professor Beto Pavão – Espaço Elo

 

Nesse dia 11 de setembro de 2001 a exatos vinte anos o mundo experimentava um dos dias mais tristes de toda sua história moderna. O atentado nas torres gêmeas apresentou para todas as nações uma nova era e uma nova maneira de fazer guerra, o terrorismo, e em como outras épocas provou-se o que o que o homem é capaz de fazer contra outros homens e contra nações inteiras em prol de suas crenças. Acreditar em algo é tão forte que pode nos levar ao topo do pódio ou ao fundo do poço em um só dia. Sabemos que existem em todas as culturas movimentos, crenças e tradições que colocam uma verdade para que uma organização se perdure diante de um povo e diante de um convívio social salutar, o problema é quando isso foge do controle e tira a liberdade do pensamento criativo de seus filhos.

No esporte isso não é diferente, culturas do leste europeu e algumas culturas orientais criavam seus atletas diante de ideias que para atingir os resultados necessariamente seus atletas devem passar por um momento de dor e sofrimento, isso ocorre desde a antiguidade quando os guerreiros eram treinados para incessantes batalhas e onde esses soldados deveriam vencer a fome, o frio e as doenças e quando conseguiam passar por tudo ai sim havia o inimigo.

Quando buscamos a prática saudável de qualquer modalidade esportiva ou a prática regular de exercícios precisamos ter em mente que precisamos sim sair da zona de conforto para que o corpo crie novas sinapses e novos ciclos motores, potencializando o corpo para que os resultados venham, ao mesmo tempo quando o desconforto e o sofrimento estão associados a dor e ao medo, isso pode ser um sinal que algo está errado, e nesse momento é muito Importante uma avaliação dos valores que estão levando você a essa prática.

Temos naturalmente a tendência de descarregar para os exercícios físicos todo o stress e a ansiedade que acumulamos nesse período de pandemia e muitas vezes fazemos isso não só por necessidade pessoal, mas sim para uma aceitação social, pois como já dissemos aqui o homem é um ser social, porém os valores que regam esse convívio deve ser o amor e não a dor.

Treinar é a melhor forma de colocar os corpo e mente em sincronia, e olhar para dentro de sí é a melhor forma de enxergar sua alma.

 

Beto Pavão – Academia Espaço ELO