Varejo é segunda porta de entrada para profissionais sem experiência em Botucatu, aponta estudo inédito

 

O Sindicato do Comércio Varejista de Botucatu apresentará à imprensa nesta sexta-feira, dia 15, um estudo inédito que mostra a importância do comércio varejista para oferecer a oportunidade do primeiro emprego formal, mesmo no período de crise econômica.

Os índices foram apurados pela assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

A pesquisa identificou que, em Botucatu, de janeiro de 2013 a julho de 2017, o comércio varejista foi a segunda maior porta de entrada para o mercado formal para profissionais sem experiência. A análise traz, ainda, informações sobre a movimentação de vínculos formais no município nesses cinco anos, com detalhes sobre contratações referentes a primeiro emprego, conforme os subsetores da economia.

O estudo será apresentado a presidentes de sindicatos patronais do comércio durante a reunião mensal da Coordenadoria Sindical Nordeste da FecomercioSP. O encontro ocorrerá da sede do Senac Botucatu, localizado na rua Dr. Rafael Sampaio, número 85, Boa Vista. O atendimento à imprensa será realizado das 12h às 12h30.

Estarão disponíveis para entrevistas a presidente do Sincomercio, Fátima Baldini, e o assessor econômico da FecomercioSP, Jaime Vasconcellos. Na ocasião, os jornalistas presentes terão acesso ao material completo da pesquisa.

Sobre a FecomercioSP
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro – gerando em torno de 10 milhões de empregos.