Ações do “Não Se Cale Vai à Escola” foram realizadas em unidades estaduais e buscam preparar profissionais da educação para identificar situações de violência e vulnerabilidade

A Polícia Civil de Botucatu participou das ações do programa “Não Se Cale Vai à Escola”, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência contra mulheres e meninas no ambiente escolar.
Representando a instituição, participaram das atividades a delegada Ana Carolina de Brito, da Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher (DDM) de São Manuel, e o delegado Lourenço Talamonte Netto, titular da Delegacia Seccional de Polícia de Botucatu.
Desenvolvido em parceria pelas secretarias estaduais de Políticas para a Mulher, Educação e Segurança Pública, o programa busca fortalecer a rede de prevenção e proteção dentro das escolas.
Entre os principais objetivos está a capacitação dos profissionais da educação para reconhecer possíveis sinais de violência e situações de vulnerabilidade envolvendo crianças e adolescentes. A iniciativa também apresenta orientações sobre acolhimento e os procedimentos para o encaminhamento adequado dos casos aos órgãos responsáveis.
Em Botucatu, as atividades foram realizadas nas escolas estaduais EECA e Pedro Torres. A proposta é aproximar os profissionais da segurança pública da comunidade escolar e ampliar o acesso a informações que possam contribuir para a identificação precoce de situações de violência.
As ações também reforçam a importância do trabalho integrado entre escola, família, forças de segurança, órgãos públicos e demais integrantes da rede de proteção. A atuação conjunta é considerada fundamental tanto para a prevenção quanto para garantir acolhimento e encaminhamento às vítimas.
Segundo a Polícia Civil, a participação no programa integra as ações desenvolvidas pela Delegacia Seccional de Botucatu voltadas à proteção de crianças, adolescentes e mulheres e à conscientização sobre diferentes formas de violência.
Com o lema “Não Se Cale”, o programa aposta na informação e na prevenção como ferramentas para ampliar a proteção de mulheres e meninas e preparar a comunidade escolar para reconhecer e agir diante de possíveis situações de violência.
