Verba para o Poupatempo Ambiental é liberada

O prefeito de Botucatu João Cury e o Secretario Estadual do Meio Ambiente Bruno Covas (foto), assinaram nesta terça-feira (17) o convênio que libera o valor de R$ 1,3 milhão para a construção do 1º Poupatempo Ambiental do Estado de São Paulo, no Parque Municipal “Joaquim Amaral Amando de Barros”, no Jardim Paraíso.

Objetivo é reunir em um só local todos os órgãos ambientais municipais e estaduais, como Cetesb, Fundação Florestal, Instituto florestal, Secretaria de Meio Ambiente, Guarda Civil Ambiental, entre outros. Essa proposta é a 1ª do Brasil, e se baseia em oferecer a população dos mais de 20 municípios da região que são atendidos em Botucatu, uma prestação de serviços ambientais mais ágil, otimizada e menos burocrática.

O projeto idealizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente integra o programa “Ecobotucatu” e contempla, ainda, a construção de portaria, sanitários, lanchonete, complexo esportivo, anfiteatro e reforma das trilhas. “Vamos viabilizar essas obras no mais curto espaço de tempo possível. A ideia é garantir o aproveitamento total da área de quase quatro alqueires do Parque Municipal para promoção de atividades de educação ambiental, esporte, lazer e cultura”, frisa o prefeito João Cury.

O Poupatempo Ambiental será construído na área superior do Parque Municipal Amando de Barros, no Jardim Paraíso. A previsão é que as obras devem ser iniciadas no segundo semestre de 2014, assim que o processo licitatório for concluído e será, segundo o secretário municipal do Meio Ambiente, Perseu Mariani, mais uma ação com o objetivo de facilitar a vida do cidadão. “Teremos, muito em breve, todos os órgãos ligados ao meio ambiente trabalhando em um único espaço. Esse projeto nasceu com a finalidade de criar facilidades para as pessoas que precisam resolver questões ligadas ? área ambiental”, declarou.

A área de mata nativa preservada é de transição entre cerrado e mata atlântica e abriga diversas espécies vegetais, uma fauna rica em pássaros além de ser uma área de nascentes. “Não existe nada parecido (no Brasil). Nós levamos esse projeto há quatro anos para a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, mas não conseguimos avançar. Só quando o Bruno (Covas) assumiu a pasta encontramos eco. Até porque quando se fala em ganho de tempo e melhoria de eficiência de gestão sempre lembramos do governador Mário Covas”, enfatizou.