Unifac sedia I Simpósio “Ampliando Olhares”

Fotos: Valéria Cuter

Os alunos Educação Física do Colégio Cepra Unifac, participaram do Simpósio “Ampliando Olhares”, que teve coordenação da psicóloga Eliete Trombini. Evento contabilizou 10 horas de atividades complementares com certificado e relatório. Várias palestras foram proferidas, além de sorteio de brindes aos participantes, coffe break (café) e confraternização.

A Abertura teve como tema “Aprofundando o conhecimento em esclerose múltipla”, com palestra ministrada pela doutorando no Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, Luciana Feliciano. Ele fez um enfoque da doença que afeta o cérebro e a medula espinhal (sistema nervoso central) e ataca mais mulheres do que homens e é, geralmente, diagnosticada entre 20 e 40 anos, mas pode desenvolver-se em qualquer idade.

Na sequência, a neuropediátrica, mestranda em Saúde Coletiva da Unesp, Lara Cristina Antunes dos Santos, palestrou usando o tema “Conhecendo e desbravando o mundo dos portadores de transtornos do espectro do autismo”, destacando as caracterizações por anormalidades generalizadas de interação social e de comunicação, e por gama de interesses muito restrita e comportamento altamente repetitivo.

O professor Ruí Hamai, especialista em terapia holística, levou ao Simpósio o tema “Acupuntura voltada para ao combate do estresse e outros males”. O professor dissertou que o tratamento acupunterápico consiste no diagnóstico e na aplicação de agulhas em pontos definidos do corpo, chamados de “pontos de acupuntura” ou “acupontos” que se distribuem principalmente sobre linhas chamadas “meridianos chineses” e “canais”, para obter diferentes efeitos terapêuticos conforme o caso tratado. Também explicou que são utilizadas outras técnicas alternativas como a auriculoterapia.

Encerrando o ciclo de palestras o educador físico especializado em públicos especiais e da melhor idade; terapeuta ayurvédica pela Escola Yoga Brahma Vidylaya, estudioso de Vedanta,Ayurveda e Yoga no Brasil e na Índia, professor Luis Fernando Mansur falou sobre “Ayurveda para a vida”. Ayurveda é o nome dado ao conhecimento médico desenvolvido na Índia há cerca de 7 mil anos, o que faz dela um dos mais antigos sistemas medicinais da humanidade. No Brasil é praticada principalmente por psicólogos e fisioterapeutas.

Mansur explicou que a medicina ayurvédica é conhecida como a mãe da medicina, pois seus princípios e estudos foram a base para, posteriormente, o desenvolvimento da medicina tradicional chinesa, árabe, romana e grega, havendo um intercâmbio de informações com o Japão, que tinha a mesma necessidade dos indianos: criar uma medicina barata para atender ? s suas populações muito pobres com técnicas muito eficientes e de baixo custo para o tratamento.