Palestras a calouros enfocam entorpecentes e trotes

Alunos ingressantes aos cursos de Ciências Biológicas, Física Médica, Ciências Biomédicas e Nutrição do Instituto de Biociências de Botucatu/Unesp (IBB) participam nesta terça-feira, 7 de maio, de duas palestras com o intuito de alertar quanto ao risco do uso de entorpecentes e a aplicação do trote, proibido por lei.

O evento ocorre a partir das 17h30, no Anfiteatro principal do instituto e é uma promoção da Comissão de Recepção aos primeiranistas do IBB. A primeira palestra será “Drogas e Agravos ? Saúde”, a ser ministrada por Alaor Aparecido Almeida, do Centro de Assistência Toxicológica do IBB (Ceatox). Na sequência, o delegado da Polícia Civil de Avaré, João Luiz de Almeida, alerta sobre o combate e penalidades quando da realização do trote.

Segundo professora Cláudia Pio Ferreira, presidente da Comissão de Recepção aos primeiranistas, o objetivo é reforçar a conscientização dos novos estudantes quanto ao uso indiscriminado de entorpecentes e os vieses da dependência química. Outro fator frisado é quanto ? proibição do trote e os canais para que as denúncias sejam feitas.

“Nosso objetivo é conscientizar estes estudantes a evitarem ao máximo o consumo de álcool e outros entorpecentes. Também é foco da comissão despertar a consciência de que se deve coibir o trote e a denúncia do aluno se torna crucial”, explica a professora.

O trote na Unesp é proibido. Para evitar atos constrangedores ao aluno que chega ? Universidade, em 1999 a Unesp publicou a Resolução nº 86, em cujo artigo terceiro destaca:“não será tolerado qualquer tipo de ato estudantil que cause, a quem quer que seja, agressão física, moral ou outras formas de constrangimento, dentro ou fora do espaço físico da Universidade”.

No Instituto de Biociências de Botucatu, a ouvidoria da unidade atua como canal de recebimento de queixas quanto aos trotes. Os contatos podem ser feitos pelo telefone (14) 3880-0850 e (14) 3880-0117. Há ainda os endereços de email ouvidoria@ibb.unesp.br e dta@ibb.unesp.br.

Flávio Fogueral
Instituto de Biociências de Botucatu Unesp
Assessoria de Comunicação e Imprensa