Vacinação contra a cinomose acontece em Rubião Jr.

Neste final de semana, dias 27 e 28 de julho, a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Unesp, câmpus de Botucatu, promove mais uma etapa da campanha de vacinação contra a cinomose no Distrito de Rubião Júnior. Na ocasião, os animais já vacinados receberão a segunda dose da vacina. A campanha acontece no estacionamento do Posto de Saúde de Rubião Jr., na Rua Vicente Pimentel, n° 35, das 8h30 ? s 17h30. Se chover a vacinação será realizada no Hospital Veterinário, no câmpus da Unesp.

Os organizadores informam que se chover a campanha será realizada no Hospital Veterinário, no câmpus da Unesp, no prédio das Enfermidades Infecciosas no mesmo horário. Os filhotes (até 4 meses) receberão uma terceira dose no mês de agosto. A vacina é gratuita.

{n}A doença{/n}

A cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Vírus) ou Vírus da Cinomose Canina (VCC), da família Paramyxoviridae, que atinge animais da família Canidae, Mustelidae, Mephitidae e Procyonidae (entre eles cães, furões e alguns outros animais silvestres). Ela afeta a todos os cães e é raro que haja algum que não tenha sido exposto ao vírus, exceto no caso de cães que vivem isolados. Junto com ela, geralmente aparecem infecções causadas por bactérias.

Em geral, a transmissão ocorre através do contato com secreções do nariz e boca do animal. Isso pode se dar através de um espirro do animal doente, espalhando a secreção ao redor e contaminando os cães que estejam por perto. É muito importante que se diga que o vírus da cinomose tem pouca resistência em nível ambiental, ou seja, fora do organismo do seu hospedeiro, o que facilita o controle ambiental da disseminação da doença, diferentemente do que ocorre com a parvovirose, por exemplo.

As características climáticas do inverno favorecem a presença deste vírus no ambiente, por isso o cuidado deve ser redobrado nesta época. Apesar da sensibilidade do vírus no ambiente, há muitos relatos de casos de criadores que perderam animais vitimados pela cinomose após serem introduzidos em ambientes onde outros cães haviam morrido anteriormente com a doença, no período de até seis meses atrás. Por esse motivo é aconselhável concluir todo o esquema de vacinação, de pelo menos três doses, antes de introduzi-los nesse ambiente contaminado.