Mutirão de combate ao câncer de pele identificou 64 casos

Fotos: Divulgação

Neste final de semana foi realizada, no Centro de Saúde Escola, na Vila dos Lavradores, das 9 horas ? s 15 horas, a Campanha de Combate ao Câncer de Pele. Promovida pelo Departamento de Dermatologia e Radioterapia da Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB), o mutirão atendeu 649 pessoas e diagnosticou 64 casos da doença.

O objetivo foi conscientizar a população sobre os meios capazes de impedir o surgimento da doença. Foram realizados palestras e exames de pele gratuitos visando intensificar o diagnóstico e o tratamento dos casos. Todos os casos positivos foram encaminhados para tratamento no Hospital das Clínicas da FMB.

A médica dermatologista e professora da FMB, Luciana Fernandes Abbade, coordenadora da campanha, classificou como “muito positiva” a ação. “Houve uma procura acima das expectativas”, disse.

As pessoas diagnosticadas com câncer de pele na campanha serão submetidas a procedimentos cirúrgicos, que deverão ser agendados para a segunda semana do mês de dezembro e o mês de fevereiro. No ano passado, a mesma campanha atendeu mais de 520 pessoas e o diagnóstico da doença ocorreu em 57 pacientes.

{n}Sobre a Campanha{/n}

A Sociedade Brasileira de Dermatologia criou, em 1999, o Programa Nacional de Controle do Câncer da Pele (PNCCP). Há 13 anos a Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele leva aos brasileiros informação, diagnóstico e tratamento, tudo gratuitamente. Durante esse período já foram atendidas mais de 420 mil pessoas no Brasil.

Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, de acordo com a camada afetada, são definidos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares; o mais perigoso é o melanoma.