Botucatu será sede regional da Abeclin

A partir de 2014, o Hospital das Clínicas (HC) de Botucatu será a sede do Centro Oeste Paulista da Associação Brasileira de Engenharia Clínica (Abeclin) que agrega 68 municípios do Estado de São Paulo. A administração da regional será administrada pelo engenheiro Antônio Plácido Chahad, assistente técnico da diretoria do Departamento de Infraestrutura e Logística do HC.

Instituição tem o objetivo de difundir a engenharia clínica (que aplica e desenvolve os conhecimentos de engenharia e práticas gerenciais ? s tecnologias de saúde) no Brasil assim como contribuir com a qualificação dos profissionais da engenharia clínica e prover a manutenção e gestão hospitalar.

Chahad explica que a proposta da Abeclin, agora por meio da sua representação regional em Botucatu, é oferecer aos profissionais e estabelecimentos de saúde do interior a oportunidade de discutir os recursos tecnológicos mais adequados, além de soluções em equipamentos que podem interferir na eficácia do tratamento dos pacientes.

“A cada dia os hospitais, clínicas, laboratórios, institutos de saúde públicos ou privados buscam o suporte de especialistas da engenharia clínica para aquisição desses equipamentos médico-hospitalares e implementação de novos sistemas. A questão não é apenas se o equipamento está funcionando, mas se está em boas condições, sem oferecer riscos aos pacientes e com 100% de aproveitamento. Queremos divulgar e fomentar a importância desse profissional e inseri-lo no mercado de trabalho, ou seja, nas instituições de saúde”, afirma.

Segundo Chahad, o profissional que atua na área de engenharia clínica é responsável pelo suporte, gestão, manutenção e aquisição de novas tecnologias em centros de saúde. “Essa especialidade se configura como uma necessidade de norma regulamentada e configura como obrigação dentro das instituições de saúde”, coloca.

Entre as atribuições da Abeclin estão: promover, desenvolver e difundir o conhecimento sobre a Engenharia Clínica; reunir profissionais que atuem nesta área; promover o desenvolvimento da capacitação técnica de seus membros; zelar pela ética profissional e oferecer aos associados serviços que facilitem o exercício da profissão; e colaborar com órgãos governamentais, entidades civis, militares ou paraestatais, empresas privadas, entidades de ensino e institutos de pesquisa, na elaboração de normas técnicas e regulamentos, emissão de pareceres e laudos técnicos e estudos especiais e planejamentos sobre gestão de equipamentos de saúde em serviços de saúde.