Autoridades federais visitam escolas de Botucatu para conhecer ações de combate ao aedes aegypti

Na quinta-feira passada (7), dia Mundial da Saúde, escolas da Rede Municipal de Ensino de Botucatu receberam a visita do diretor geral do IFSP (Instituto Federal de São Paulo), campus de Avaré, Sebastião Francelino da Cruz, e do professor de Biologia Fernando Portela, representantes do Governo Federal. Eles tiveram a oportunidade de conhecer de perto as atividades desenvolvidas pelos alunos no combate e prevenção ao mosquito Aedes Aegypti.

Acompanhados pela secretária adjunta da Saúde, Valéria Maria Lopes Manduca Ferreira; do diretor do Departamento de Saúde Ambiental e Animal, Rodrigo Iais; e da coordenadora de projetos da Secretaria de Educação, Cristiane Messias; percorreram as escolas e registraram as atividades com fotos e filmes, que serão encaminhados ao MEC juntamente com um relatório.  Botucatu faz parte dos 223 municípios prioritários que participam desse esforço nacional de mobilização.

Segundo o diretor do IFSP, Sebastião Francelino, as ações desenvolvidas pelos alunos nas escolas municipais mostraram o comprometimento de toda a equipe escolar. “As crianças, desde a Educação Infantil até o Fundamental me surpreenderam com o conhecimento que demonstraram possuir sobre o assunto e realmente estão engajados com a questão do combate ao mosquito da dengue. Os profissionais da Educação estão de parabéns e com certeza as atividades serão intensificadas no decorrer do ano”, conclui.

As ações realizadas nas escolas são diversificadas dependendo da faixa etária, como atividades lúdicas com a ajuda dos professores na caça ao mosquito; confecção de cartazes; rodas de conversas sobre a importância de não deixar a água parada em resíduos através de demonstrações com objetos; importância da aplicação de repelentes; debates; encenação teatral; apresentação de vídeos; entre outras.

De acordo com a diretora da EMEFI – Hernani Donato, Cátia Sardinha, as ações desenvolvidas pelos alunos do 4º ano A são repassadas para todos os alunos da escola. “Os alunos aprenderam com a professora a fazer um repelente caseiro e fazem questão de aplicar em todos e, como eles mesmo dizem, não podem ser egoístas e sim proteger a todos os colegas”, conta. 

(Ass. de Imprensa da Prefeitura)