Obra de Aterro Sanitário de São Manuel é concluída

Em dezembro de 2013, a Prefeitura de São Manuel iniciou a obra de implantação da quarta célula para depósito de lixos orgânicos (úmido) no aterro sanitário da cidade. Com a construção desse novo espaço, a demanda de lixo produzido no município deverá ser suprida no mínimo por mais três anos. A obra foi realizada em quatro meses e o aterro recebe um volume diário que oscila entre 25 a 30 toneladas de lixo.

O diretor de Agricultura e Meio Ambiente, Luiz Eduardo Ricardo afirma que a finalização das obras é uma grande conquista para os são-manuelenses e o aterro estava abandonado, correndo o risco de ser interditado pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e todo o lixo recolhido em São Manuel teria que ser destinado para a região de Sorocaba, o que comprometeria a qualidade e a eficiência da coleta.

“A situação do aterro só foi resolvida após um trabalho de gestão política do Executivo que se comprometeu junto a Cetesb recuperar o espaço e readequá-lo as normas da instituição no prazo máximo de um ano. O aterro que em avaliação ocorrida no início de 2013 recebeu a nota 4, hoje, após um ano praticamente dobrou a sua classificação, iniciando 2014 com nota próxima a 8 e a expectativa é atingir em breve a nota máxima, 10”, prevê Ricardo.

“Assim que tomamos conhecimento da situação que se encontrava o aterro de São Manuel, entramos imediatamente em contato com a Cetesb e solicitamos a prorrogação do prazo para a regularização do espaço. Tive a oportunidade de acompanhar de perto todo o trabalho realizado e posso dizer que recuperamos o nosso aterro”, emendou o diretor.

Para construir a quarta célula de depósito de lixos no aterro sanitário, a Prefeitura de São Manuel firmou uma parceria com o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), responsável pelo repasse de R$ 250 mil, sendo que a quantia complementar estipulada em R$ 100 mil foi paga pelo Município, totalizando um investimento de R$ 350 mil. “Cabe agora realizar periodicamente a manutenção do aterro, para que problemas como os encontrados no início de 2013 não voltem a acontecer novamente em nossa cidade”, finalizou Ricardo.