Empresário é roubado e fica refém de assaltantes

Na primeira hora da madrugada desta quarta-feira (12) um caso de roubo seguido de tomada de refém foi registrado pelos policiais militares Sinvaldo, Guimarães e Bunder, na Rua São João, região central da Cidade de Itatinga, tendo como vítimas o empresário Jean Rodrigo Dezoppa, sua esposa e seu filho.

A guarnição fazia a escolta de uma detenta ao Pronto Socorro (PS) da Cidade quando foi informada pelo carcereiro que a empresa de monitoramento da loja Visótica Joalheria estava com alarme disparado. Ao chegarem ao local os policiais se depararam com a porta da loja aberta, sem indícios de arrombamento.

Deslocando-se ? residência do proprietário da loja foram informados pelos familiares que três indivíduos não identificados e encapuzados, dois deles armados (revólver e pistola) haviam invadiram a casa, anunciado o roubo e levado o empresário como refém. Um quarto elemento ficou do lado de fora dando cobertura ao crime.

Após subtraírem objetos no interior da residência, os marginais amarraram os familiares e enquanto um dos assaltantes ficou na casa, os outros dois fizeram com que Jean abrisse sua loja. Aproveitando-se da distração dos marginais que estavam preocupados em subtrair objetos, o empresário acionou o alarme silencioso e a seguradora informou a PM.

Entretanto, os marginais tiveram tempo de retornar ? casa para apanhar o comparsa e fugir levando o empresário como refém, em um veículo GM Monza Zafira, de cor preta, placas DZY-1683, de Botucatu, que pertence ? vítima, carregado de objetos, como jóias, relógios, notebook’s e câmeras fotográficas.

Dezoppa ficou em poder dos marginais sendo deixado na região rural da Cidade onde foi amarrado em uma árvore. Quando conseguiu soltar-se, conseguiu chegar até a casa de uma fazenda e ligar para o telefone 190 da PM que foi buscá-lo.

O crime está sendo investigado pela equipe de policiais de Itatinga, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Botucatu. Não foi divulgado o montante dos objetos levados pelos marginais, nem o prejuízo que o empresário teve com o assalto.