Vereador petista sugere controle populacional de pombos

Através de uma iniciativa do vereador Lelo Pagani, (PT) a Câmara Municipal aprovou um requerimento que leva o número 227/2011 apresentado e aprovado pelos demais parlamentares da Câmara Municipal que solicita ao Executivo a possibilidade empreender medidas com foco no controle populacional de pombos na Cidade.

“A idéia é proteger a população botucatuense em relação ao perigo de contrair as várias doenças provenientes dos pombos”, justificou Pagani, que aguarda o posicionamento do prefeito João Cury Neto, sobre as medidas a serem adotadas para equacionar o problema.

Pagani cita como exemplo locais onde os pombos estão procriando como o Ginásio Municipal de Esportes “Dr. Mário Covas Júnior”, a torre da Catedral Metropolitana, forro do prédio da Casa das Meninas, Terminal Rodoviário, entre muitos outros locais onde o fluxo de pessoas é acentuado.

Os pombos são aves comuns em quase todas as cidades brasileiras. Embora em alguns locais sejam consideradas uma verdadeira praga urbana, em razão de sua facilidade de multiplicar-se, são animais protegidos por legislações específicas de preservação ambiental e alimentados por milhares de pessoas. Em Botucatu é fator comum observar munícipes alimentando os pombos, principalmente, nas praças da cidade.

O aumento populacional indiscriminado das aves podem trazer consequências danosas ao ser humano, como: entupimento de calhas e apodrecimento de forros de madeira; danos a monumentos históricos, antenas de TV e pintura de carros (devido ? acidez de suas fezes); contaminação de grãos, acidentes aéreos ou terrestres, desgaste de estruturas prediais, sujeira em residências, prédios, indústrias e fábricas, além de provocar doenças como salmonelose e infestação de piolhos, ácaros e pulgas.

Alimenta-se de sementes, de grãos de vários cereais (trigo, arroz, cevada, aveia, milho), de caracóis, insetos e minhocas. A fêmea tem 5 a 6 ninhadas por ano, em geral, com 2 filhotes, que ficam cerca de um mês no ninho. Seu tempo de vida varia de 3 a 5 anos nos centros urbanos e em condições silvestres pode chegar até 15 anos.