Botucatu deve lançar cinco candidatos a estadual

Embora ainda não tenha sido definida em convenção (que acontece no meio do ano) a escolha dos candidatos dos partidos, tudo indica que Botucatu poderá ter cinco frentes políticas disputando as eleições para deputado estadual que ocorrem em outubro deste ano.

Se para uma cadeira na Assembléia Legislativa a “briga” promete ser acirrada, o mesmo interesse não acontece para o Congresso Nacional, onde apenas um partido da cidade (PR) já se definiu pela reeleição de Milton Casquel Monti, que é de São Manuel e tem escritório político em Botucatu.

Dos partidos de Botucatu que postulam lançar candidaturas a deputado estadual próprias, Fernando Cury está confirmado pelo PPS para disputar a eleição e desde o ano passado têm visitado dezenas de município do Estado em busca de apoio e mostrar seus planos de gestão atuando como parlamentar.

Outro candidato declarado é Renato Galendi, do DEM, que já afirmou que pretende concorrer a uma vaga e também tem feito contatos com políticos de outras cidades paulistas em busca de apoio e revelar o que pretende fazer caso seja eleito para ocupar uma cadeira na Assembléia Legislativa.

Também o PT em recente reunião do diretório acabou com o suspense e definiu o nome de Rose Ielo como candidata do partido. Isso, porque além de Rose Ielo, eram apontados como possíveis candidatos o ex-prefeito Mário Ielo, os vereadores Carlos Trigo e Lelo Pagani, além do ex-vereador Nilton Cesar de Andrade, professor Nenê, que colocou seu nome ? disposição do partido.

Embora ainda não tenha o nome definido, o PP garantiu que terá candidato a deputado para Botucatu. O mais cotado é o advogado Carlos Roberto de Souza, o Beto, que vem realizando um trabalho de filiação com dissidentes de outros partidos, desde o ano passado, buscando formar uma nova frente na Cidade.

Por fim, o advogado Gustavo Bilo, que concorreu as eleições passadas a prefeito, já adiantou que o PSOL, deverá lançar um candidato e o nome será escolhido em consenso como o diretório. Embora afirme que não pretenda ser candidato, Bilo conta com a simpatia do partido e deverá ser convidado para disputar o pleito.

Os postulantes ao cargo disputarão cerca de 90 mil votos da Cidade e terão que buscar votos em outras cidades paulistas. Deste montante de votos possíveis, aproximadamente, 20 mil deverá ser nulos e brancos, se tomarmos como base o percentual das eleições anteriores. Outros 20% deverão ser computados a candidatos de outras cidades. Com isso, a se confirmarem essas estatísticas, 40% dos votos de Botucatu não ficarão com as candidaturas da terra.