Trio que assaltou Loja do Português tem prisão preventiva decretada

O Juiz da 1ª Vara de Botucatu decretou a prisão preventiva dos três indivíduos que participaram do roubo ? mão armada ocorrido na Rua João Passos, contra a Loja do Português, no início da tarde do dia 19 de novembro. São eles: Leandro Aparecido Paixão, 27, Cláudio Carlos Lourenço Júnior, 20 e Eder Júnio de Barros, 21.

Os três envolvidos nesse crime estavam presos em regime de prisão temporária que é válida por apenas cinco dias e prorrogável pelo mesmo período. Esgotado o prazo eles teriam, por força da legislação vigente, que serem colocados em liberdade. Entretanto, com a preventiva decretada os acusados permanecerão reclusos até serem julgados.

O crime aconteceu no dia 19 de novembro e foi totalmente esclarecido pelos policiais especializados da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), com os delegados Celso Olindo e Sérgio Castanheira e os investigadores Marcos, Caio, Vergílio, Jofre, Castillo e Sheila.

Apurou a policiais, que na ocasião do crime, Leandro invadiu a loja, rendeu o proprietário (Décio Oliveira) e subtraiu do caixa a quantia de R$ 300,00, um notebook com bolsa, um monitor de computador de 14 polegadas com teclado, um telefone celular, uma plaina elétrica, duas furadeiras e a carteira da vítima com seus documentos pessoais e cartões de crédito. A ação criminosa do rapaz foi gravada por uma câmera de vídeo, o que facilitou o trabalho da polícia.

As imagens mostram, claramente, o ladrão caminhando pela calçada em direção ? loja, retirando o capuz do bolso da blusa, colocando na cabeça e entrando no estabelecimento comercial. Minutos depois sai da loja, com os produtos do roubo em uma sacola plástica e segue pela calçada em direção a Cohab I.

Com prisão do assaltante, os policiais descobriram que um Chevette, de cor marrom, placas BPH-5826, de Botucatu, havia dado cobertura ao assalto, aguardando a concretização do roubo estacionado, estrategicamente, em uma rua nas proximidades do crime. Nesse veículo estavam: o condutor Cláudio e o passageiro Eder.

Os dois alegaram que estavam em companhia de Leandro Paixão e teriam ido até as imediações da loja assaltada para comprar uma motocicleta, mas negam que tinham conhecimento de que ele cometeria um roubo. Porém, essa versão foi descartada pelo delegado Celso Olindo, que entendeu que eles sabiam que Leandro iria assaltar a loja e foram indicados como co-autores do crime.