TOR flagra motorista com documento falso

Durante patrulhamento pela SP-280, Rodovia Presidente Castelo Branco, a Equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) desconfiou das atitudes de dois ocupantes de um GM/Astra com placas de Jandira/SP e resolveram abordar o veículo no km 208. 

Após busca pessoal nos ocupantes, os policiais solicitaram os documentos dos dois homens e do veículo, porém o passageiro que havia informado ser o proprietário do automóvel, apresentou uma cópia reprográfica de um RG, porém o nome não era o mesmo que estava como proprietário do veículo no CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos) e nesse momento ele foi indagado quanto ao fato de se apresentar como proprietário do automóvel, mas apresentar aquela cópia de RG com outro nome.

O abordado ficou nervoso e disse que havia se confundido e que, na verdade, o veículo era de um irmão. Tal fato motivou uma vistoria no automóvel pelos policiais sendo então localizado um RG com os dados do proprietário que constava no CRLV, porém a foto era do homem ali abordado. Ainda havia vários documentos, cartões de bancos, carteiras de trabalho com os dados desse RG.

Os policiais do TOR indagaram novamente o abordado que acabou confessando que fez o RG num Poupatempo em São Paulo, utilizando-se da Certidão de Nascimento do irmão e, desde então, se passa por ele.

Os policiais rodoviários ainda localizaram duas carteiras de habilitação do Paraguai falsas, com os dados daquela cópia de RG entregue a eles anteriormente, sendo que o abordado confessou também que as adquiriu em Jandira/SP, pagando R$ 800,00 por elas e que as utilizava quando estava dirigindo o veículo.

Dado voz de prisão ao homem que acabou encaminhado até a Delegacia de Polícia de Itatinga, onde ele teve suas digitais planilhadas e encaminhadas ao IIRGD (Instituto de Identificação "Ricardo Gumbleton Daunt") em São Paulo e após a verificação contatou-se que o homem possuía dois RGs cadastrados realmente, porém em nenhum deles foi constatado ser pessoa procurada pela Justiça. Ele foi qualificado e liberado para que, em fase de Inquérito Policial, seja comprovado possível crime de Falsidade Ideológica e Uso de Documento Falso.