Réu é condenado 21 anos após cometer assassinato

Fotos: David Devidé

 

Sob a presidência do juiz Marcus Vinicius Bachiega, o Tribunal de Júri de Botucatu se reuniu na quinta-feira para o julgamento do réu Benedito Aparecido Plens, acusado de assassinato. O julgamento foi feito à revelia, já que o réu não compareceu e está foragido. Outro detalhe é que o crime está completando há 21 anos, ou seja, cometido dia 13 de junho de 1993 e até hoje a vítima não foi identificada e consta no processo apenas pela  alcunha de “Queijo”.

Representando o Ministério Público esteve o promotor de Justiça Marcos José de Freitas Corvino e na defesa do réu, o advogado, Carlos Carmelo Torres. O Corpo de Jurados foi formado por sete pessoas da sociedade, com cinco homens e duas mulheres.

Consta na denúncia assinada pelo então promotor Valdir José Santiloni (aposentado) que Benedito Plens se desentendeu com Queijo e desferiu dois golpes de faca contra seu peito causando-lhes ferimentos que o levaram à morte. Os dois já tinham desavenças anteriores. O crime foi cometido em uma área de pasto, no Jardim Parente, em Itatinga.

Após a oitiva de testemunhas e o debate entre a acusação e defesa os jurados optaram pela condenação do réu. O juiz presidente proferiu a sentença imputando a Benedito Plens uma pena de  9 anos e 4 meses, em regime inicial fechado.