Polícia identificou assassino do Jardim Paraíso

Diego Aparecido Nogueira, de 24 anos de idade. Esse cidadão está sendo procurado pelos policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) por ser o responsável pelo assassinato cometido na tarde da última terça-feira (10) em uma casa desabitada na Rua José Barbosa de Barros nº 876, região do Jardim Paraíso, próximo ao portão de entrada da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Unesp, na Fazenda Lageado.

Embora o autor do crime tenha sido identificado, a vítima encontrada em estado de decomposição ainda é desconhecida. Várias informações chegaram até a DIG, mas nenhuma se confirmou. “Estamos esclarecendo esse caso de trás prá frente. Normalmente, identificamos a vítima e depois o autor. Nesse caso, temos o nome do autor, mas não sabemos ainda quem é a vítima”, comentou o policial Marcos Franco que trabalha na investigação com o delegado Geraldo Franco Pires e o policial Vitor. O acusado foi identificado horas depois do crime e seu nome estava sendo mantido em sigilo a pedido da própria polícia.

Os policiais estiveram próximos de prender o acusado. Isso porque receberam uma informação anônima de que havia sido visto entrando na casa de uma chácara onde mora não muito distante da residência onde o crime aconteceu. Os policiais se deslocaram até o local, mas a casa estava vazia. Porém, encontraram jogados em um bosque um cobertor e uma mochila com várias peças de roupas. Ele estaria dormindo no mato nos últimos dias e teria ido ? casa para apanhar suas roupas, mas acabou se embrenhando no matagal sem elas e continua sendo procurado.

Que tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Diego Nogueira, deve entrar em contato com os telefones de Segurança Pública da Cidade: DIG (197), GCM (199) e PM (190). A ligação é gratuita e o informante terá o nome preservado.

{n}O crime{/n}

O corpo de um homem foi encontrado, brutalmente, assassinado com sinais de tortura, já em estado de decomposição pela Guarda Civil Municipal (GCM) com o inspetor Paes e agente Júlio que foram acionados para comparecer ao local. Esse cidadão estava na sala de uma casa desabitada, caído, de bruços com os pés e mãos amarrados, calça ligeiramente arriada e com um saco plástico preto enfiado na cabeça.

Tinha uma blusa cobrindo seus olhos e uma corda no pescoço indicando ter sido enforcado e ferimentos na cabeça. O corpo foi descoberto em razão do forte mau cheiro que exalava da casa, chegando ? s residências vizinhas. Estava sem documentos e ao seu lado havia um par de botinas, um par de chinelos e uma marmita plástica. Nas suas costas tinha uma mochila e foi com a corda desta que suas mãos foram amarradas.