Polícia Ambiental captura jacaré que atacou um cachorro

O 2º Pelotão de Policia Militar Ambiental de Botucatu, com o tenente Henrique, sargento Rabelo e cabo Bergamaschi, estiveram em operação no Distrito de Vitoriana para fazer o resgate de um filhote de jacaré do tipo papo amarelo, encontrada em uma chácara daquela localidade.

Segundo explicações do solicitante fornecidas aos PMs, o animal foi encontrado depois de atacar um cachorro e acabou sendo “laçado” e colocado na piscina da residência. A hipótese levantada é que o jacaré tenha sido solto por alguém que fez a captura do animal em seu habitat natural, já que em muitos rios que cortam a região esse animais são encontrados com freqüência. Após proceder a captura os policiais da Ambiental promoveram a soltura desse animal silvestre ao seu habitat natural já que esta espécie é nativa e abunda os rios da região.

Vale lembrar que em outubro de 2008 um jacaré de, aproximadamente, quatro anos e um metro e meio de cumprimento virou atração ao surgir em um ribeirão que corta a Cidade, na Vila Ema, bem próximo da região central. Esse animal deve ter sido capturado em um rio da região, criado em cativeiro e solto no ribeirão por ter crescido demais.

Apesar da ampla distribuição geográfica, essa espécie de jacaré já esteve ameaçada de extinção em virtude da poluição de seu habitat e da caça predatória para a retirada do couro e consumo da carne. Com a proibição da caça a espécie se recuperou e não faz mais parte da lista de animais ameaçados de extinção. O jacaré do papo amarelo, juntamente com os outros crocodilianos, se destaca entre os répteis por apresentar cuidados com a sua prole.

{n}{tam:25px}Soltura de pássaros{/tam}{/n}

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Outro procedimento ecológico desenvolvido pelo 2º Pelotão de Policia Militar Ambiental de Botucatu, com tenente Henrique e soldados Viotto e Andrade foi a apreensão de 42 pássaros da fauna silvestres no município de Botucatu, de diferentes espécies, que se encontrava em poder de três indivíduos que foram autuados por infração ambiental.

As aves segundo laudo veterinário encontravam-se em condições perfeitas de saúde, e por se tratarem de espécimes da fauna de nossa região, foram soltas em seu habitat natural. O local da soltura não foi divulgado para que possíveis caçadores não utilizem o local com o intuito de aprisionar novamente ? s aves.