Polícia ainda não tem pistas do estuprador da Vila Real

A Polícia Civil de Botucatu ainda não tem pistas do cidadão que na madrugada do último sábado (27) cometeu um roubo seguido de estupro na região da Vila Real/Parque Marajoara, contra uma mulher de 22 anos de idade. Por motivos óbvios, o nome, iniciais ou mesmo qualquer dado que possa identificar a vítima, continuarão sendo mantidos em sigilo.

O delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Celso Olindo (foto), está coordenando o trabalho investigativo trabalhando, conjuntamente, com a delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Simone Alves Firmino, que irá presidir o inquérito policial.

A vítima esteve na DIG nesta segunda-feira para tentar identificar o autor do crime através do álbum de fotografias, mas o reconhecimento não foi feito. “Estamos priorizando esse caso e levantando pistas nas imediações do crime que nos levem ao criminoso e nenhuma hipótese é descartada no trabalho investigativo. Buscar o reconhecimento do criminoso através do nosso álbum de fotos foi o primeiro passo. Nosso trabalho continua e acreditamos que a solução desse crime é uma questão de tempo”, frisou Olindo.

{n}O crime {/n}

Está descrito no Boletim de Ocorrência (BO) que essa mulher caminhava para sua casa usando o acostamento da rodovia vicinal João Hipólito Martins – Castelinho, e na entrada para a Vila Real, próximo da passarela foi abordada por um rapaz desconhecido que, fazendo ameaça com um revólver, arrastou-a para um matagal, bem próximo ao acostamento da pista.

O marginal, sempre proferindo ameaças, consumou o estupro contra a mulher e deixou-a no matagal. Ele fugiu levando o seu telefone celular. A mulher não soube precisar o rumo tomado pelo estuprador, mas conseguiu chegar até um telefone e acionar a Polícia Militar.

Conduzida ao Plantão Permanente ela prestou depoimento ao delegado Marcelo Lanhoso de Lima, que confeccionou o Boletim de Ocorrência (BO) e acionou toda rede policial para que fosse feitas buscas naquela região da cidade, visando a localização e captura do marginal.

Entretanto, mesmo tendo a descrição física do marginal passada pela vítima, assim como a roupa que usava no momento da abordagem, a polícia não conseguiu localizar o criminoso, que continua foragido. Do momento em que o crime foi cometido até a mulher prestar depoimento, passou-se cerca de três horas e o marginal teve um tempo considerável para fugir. A mulher passou pelo exame de corpo de delito, onde foi confirmada a conjunção carnal.