PM invade casa e realiza flagrante de tráfico na Vila Ema

Neste final de semana, os policiais militares tenente Camargo e soldado Marcio Oliveira desencadearam uma operação policial pela Rua Alfredo Franklin de Mattos, região da Vila Ema, que culminou com a prisão em flagrante de um casal, acusado de estar praticando o tráfico de entorpecentes: Marília Moreira da Silva e Rodrigo Luiza Honorato, de 27 e 25 anos, respectivamente.

Segundo o que está contido no relatório, os policiais em patrulhamento naquela região acabaram surpreendendo e dando voz de prisão a uma mulher no portão de sua residência no momento em que entregava entorpecente a um usuário e tentou fugir ao avistar os policiais, sendo acompanhada e detida. O usuário entrou em um matagal e não foi identificado.

Prosseguindo as averiguações, os PMs entraram no imóvel onde estava Honorato que Também recebeu voz de prisão. No levantamento feito pela polícia, detectado que o indiciado já havia sido preso por crime de tráfico de entorpecentes e estava cumprindo em liberdade há oito meses. No interior da casa foram apreendidas, atrás da porta da cozinha em um avental, 28 pedras de crack e R$ 216,00, em dinheiro que estava na gaveta de um armário. Além disso, os policiais localizaram cinco aparelhos de telefones celulares.

O casal foi conduzido ao Plantão Permanente onde ambos acabaram autuados em flagrante por crime de tráfico de entorpecente pela autoridade policial civil. Rodrigo foi recolhido ? Cadeia Pública de Botucatu e Marília, conhecida por “Tica”, encaminhada a Cadeia de Itatinga. A condenação por tráfico prevê uma pena que varia de cinco a 15 anos de reclusão.

{n}Mais tráfico e lesão corporal{/n}

Outro caso de flagrante de tráfico de entorpecentes foi registrado pela PM na Rua dos Pracinhas, na Cohab I, tendo como indiciado Roberto da Silva, de 26 anos. Ele foi flagrado com 36 pedras de crack. A voz de prisão foi dada pelo soldado Nunes que estava ? paisana e percebeu que o indiciado carregava droga na mão.

O reforço policial foi acionado e o pai do acusado, um senhor de nome José da Silva acabou agredindo os policiais militares Nunes e Edilton. Ele alegou que ficou nervoso, em razão de outro filho também ter se envolvido com o tráfico.